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terça-feira, 18 de maio de 2010

Colecção Museológica de Góis

2009
18 de Maio – Foi aberto ao público a Colecção Museológica de Góis, com peças seleccionadas dos espólios doados ao município por Alfredo e Carolina Simões Travassos, Armando Simões Travassos, Margarida Santos Coelho e Fátima de Jesus Neves.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «A República Democrática 1974-2009 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.251

sábado, 15 de maio de 2010

Inicio da construção da Estrada da Serra

1952
15 de Maio – Foi iniciada a construção da Estrada da Serra, ao longo do vale do Ceira, a partir da vila de Góis em direcção às freguesias de Cadafaz e Colmeal. É uma das grandes aspirações do concelho, que por ela vem lutando há cerca de 70 anos. Em 1889, fizera-se um pequeno troço de algumas centenas de metros, a partir do Bairro Teófilo Braga, em frente à AERG.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Estado Novo 1926-1974 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.212


 Foto da descida para Góis, logo a seguir à antiga lixeira

domingo, 2 de maio de 2010

Inauguração da Ponta nova da Cabreira

1981
2 de Maio – Inaugurada na Cabreira a ponte sobre o rio Ceira.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «A República Democrática 1974-2009 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.231

Fotos da ponte:


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Reactivação do Rancho

1982
14 de Abril – Depois de longa paragem, é reactivado o Rancho Folclórico de Danças e Cantares da Freguesia do Cadafaz. O seu presidente é Armindo Anjos das Neves e o ensaiador, Casimiro Vicente.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «A República Democrática 1974-2009 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.232

sexta-feira, 2 de abril de 2010

A Guerra dos Carvoeiros

1905

Abril – Tem prosseguido a “guerra dos carvoeiros”, uma questão que tem originado distúrbios e alguns prejuízos na população. Mais uma vez, a junta da paróquia do Cadafaz manifestou o seu protesto contra indivíduos estranhos à freguesia, que ali vão fazer carvão em terrenos cuja fruição pertence exclusivamente aos seus habitantes.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Liberalismo 1832-1910 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.170


Transcrevo um texto que foi escrito pelo Sr. Luciano Nunes dos Reis e que foi publicado no Jornal de Arganil em 2008, referente a este tema:

A Guerra dos Carvoeiros
É do conhecimento das gentes da minha geração o que era a "guerra dos carvoeiros".
Quando na aldeia se tomava conhecimento que lá pelas serras adjacentes havia cova de carvão a funcionar, logo tudo se mobilizava, o sino tocava a rebate e todos abalavam de encontro ao invasor. Depois, o regedor autuava o pobre do carvoeiro que acabava sempre não só por passar momentos aflitivos, como também acabava por ficar sem o produto do seu desgraçado trabalho. Poder-se-á reviver toda essa acção no texto que vou transcrever, de 2 de Abril de 1905.
O senhor presidente apresentou um requerimento de Manuel Gaspar Nunes, de José Augusto e Eduardo Gonçalves, do lugar de Capelo, desta freguesia, do teor seguinte:

"Esta junta de paróquia da freguesia do Cadafaz, dizem, os acima mencionados, casados, proprietários, naturais do lugar de Capelo, desta freguesia, que encontrando no dia 4 do mês de Fevereiro findo, um indivíduo estranho a este freguesia, do nome Francisco Antunes, natural do lugar do Liboreiro, da freguesia de Góis, a fazer carvão no sítio da Retorta, limite deste lugar de Capelo, invadindo assim terrenos exclusivos desta paróquia, cuja fruição é e foi sempre privativa dos habitantes desta freguesia. Os suplicantes e muitos outros conterrâneos esborralharam a aludida cova de carvão, não permitindo que um estranho a esta freguesia viesse usurpar-lhes o direito que unicamente pertence aos habitantes desta paróquia e tratando de manter esse direito e posse que o Código Administrativo lhes reconhece. O referido Francisco Antunes apresentou um juízo queixa contra os signatários, quando é certo que os suplicantes não praticaram qualquer crime ou infracção porquanto o terreno de que se trata não é Municipal. Vêm, portanto, os abaixo assinados requerer à Exm.ª Junta que procedendo à vistoria no local indicado se digne verificar se efectivamente o terreno em que se esborralhou a cova de carvão é efectivamente paroquial e como tal considerado para exclusivo uso e fruição dos habitantes desta paróquia. Pede deferimento. Cadafaz 1 de Abril de 1905, Manuel Gaspar Nunes, a rogo de José Augusto por não saber escrever, Abílio da Silva Barata, a rogo de Eduardo Gonçalves por não saber escrever, Francisco Rodrigues Gregório. Testemunhas: Joaquim Henriques Lopes, Agostinho e Agostinha Santos. Segue o reconhecimento." Face a isto a junta de Paróquia suspendeu a sessão e deslocou-se ao referido local.
Desceu do Cadafaz ao rio e, de seguida, trepou até ao alto da serra. Verificou e analisou a situação no referido local e retornou ao Cadafaz para prosseguir a sessão. Para o cumprimento do seu dever nem contava o sacrifício feito e nem tão pouco o tempo gasto.
Da análise feita saiu a conclusão seguinte:
"É terreno exclusivo da paróquia, cuja fruição somente pertence aos habitantes desta freguesia, não fazendo tal terreno parte dos baldios ou terrenos Municipais para uso dos habitantes do Concelho, pois que a cova de carvão esborralhada e aludida, só está à distância de 549 metros e meio e esta Junta sempre tomou em conta uma demarcação que antigamente foi feita pela Exm.ª Câmara Municipal deste Concelho que dava a cada povoação uma à que tinha um raio de 1640 metros... A Junta convicta do direito que assiste a esta freguesia deliberou exarar um protesto contra os indivíduos que vêm a esta freguesia fazer carvão e buscar lenha, sendo estranhos a ela."

Luciano Nunes dos Reis
in Jornal de Arganil, de 13 de Março de 2008

terça-feira, 23 de março de 2010

Quadrilha de gatunos

1913
23 de Março – Por iniciativa do administrador do concelho, tenente José Maria Baeta, foi organizada uma batida no terreno, para se procurar uma quadrilha de gatunos, que, há mais de um mês, vem frequentemente assaltando casas e transeuntes. Apesar do rigoroso vendaval, participou um grupo de 400 pessoas, percorrendo a área entre a Quinta da Capela, Póvoa, Bordeiro, alto da serra, Sandinha, Cabreira e Góis. O concelho não possui qualquer força policial.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «A República Parlamentar 1910-1926 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.181

domingo, 21 de março de 2010

Manuel dos Santos Ferreira

1952
21 de Março – Morreu Manuel dos Santos Ferreira, natural da povoação de Cadafaz. Foi professor nas escolas masculinas de Góis e de Alvares, nesta última desde 1900 a 1936, onde se aposentou. Cumulativamente, exerceu por muitos anos as funções de juiz de paz e de presidente da Junta de Freguesia. Teve também actividade jornalística na imprensa regional.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Estado Novo 1926-1974 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.212

quinta-feira, 11 de março de 2010

Américo Alves Martins

1994
11 de Março – Morreu em Aveiro, com 71 anos, o tenente-coronel Américo Alves Martins, natural de Cadafaz. Recebeu vários louvores e condecorações, pelas suas missões de serviço nas Forças Armadas. Colaborou nos jornais regionais, divulgando os problemas concelhios, com o pseudónimo ALMAR. A nível regionalista, presidiu a Liga de Melhoramentos, a União Recreativa e o rancho folclórico da sua freguesia. O seu nome está na toponímia de Cadafaz.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «A República Democrática 1974-2009 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.239

sábado, 6 de março de 2010

Construção de lagar

1861
6 de Março – A Junta da Paróquia de Cadafaz deliberou construir um lagar de moer azeitona no sítio da Cazola, limite da Candosa, para a Confraria do Santíssimo Sacramento.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Liberalismo 1832-1910 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.155

terça-feira, 2 de março de 2010

Arrematação de lagares

1895
2 de Março – Deu-se a arrematação, em Coimbra, pela quantia de 472 mil e 100 reis, de dois lagares de azeite da freguesia de Cadafaz, um localizado no sítio da Cazola, limite de Candosa, outro na Ponte Cabreira, conjuntamente com um moinho de farinha.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Liberalismo 1832-1910 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.166

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Exoneração do padre

1915
27 de Fevereiro – De acordo com uma carta do bispo de Coimbra, é exonerado nesta data o padre Marcelino Henriques dos Santos, que vinha paroquiando a freguesia de Cadafaz desde Janeiro de 1907. Vai ser substituído pelo padre do Colmeal.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «A República Parlamentar 1910-1926 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.183

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Os lagares da Cabreira e da Candosa

1876
26 de Fevereiro – O povo da freguesia de Cadafaz passou uma procuração a José Francisco Ribeiro Martins, da Sandinha, dando-lhe poderes para adquirir os lagares da Cabreira e da Candosa. Estes lagares tinham sido anteriormente vendidos em hasta pública e agora o povo voltou a quotizar-se para resgatar a propriedade.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Liberalismo 1832-1910 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.159

Foto do lagar e Rio Ceira na Ponte Velha - Cabreira, Agosto 2009

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Construção do novo cemitério

1885
Fevereiro – Deliberada a construção do novo cemitério do Cadafaz, diante das Almas da Caridade, preterindo-se ao local junto ao Largo de Santo António, cujas obras já tinham sido iniciadas.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Liberalismo 1832-1910 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.162

  Foto do exterior do cemitério

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Fátima de Jesus Neves

2004
25 de Janeiro – Morreu Fátima de Jesus Neves, natural de Cadafaz. Foi enfermeira no Centro de Saúde de Góis. A família, cumprindo o seu desejo, doou ao Município, um conjunto de peças, essencialmente de cerâmica (faiança) dos séculos XIX e XX.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «A República Democrática 1974-2009 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.247

Nota: No livro, está em como a Fátima morreu dia 2 de Janeiro, a data está errada.



Onde quer que estejas, de certeza que hoje, os teus amigos terão um pensamento para ti.
Até sempre.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

José Maria Alves Martins

José Maria Alves Martins, mais conhecido por Ti Zé Tereso, foi uma pessoa importante para o Cadafaz e Freguesia. Além de ter uma taberna, ele também fazia os assentos de nascimentos, mortes, etc. Faleceu em 22 de Janeiro de 1973.
No livro O Concelho de Góis, Ensaio de reconstituição da sua História, vem mencionado o seu nome, aqui fica o texto:

1973
Janeiro – Com 79 Anos de Idade, morreu no Cadafaz, onde residia, José Maria Alves Martins. Proprietário, desempenhou diversas missões oficiais, a par da sua profissão de comerciante.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Estado Novo 1926 - 1974 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.226

Foto do Ti Zé Tereso e familia.


Foto de José António Martins

Da esquerda para a direita: Albano Nunes dos Reis (seu genro), Arminda Alves Martins (sua filha), José Maria Alves Martins e Generosa dos Prazeres Alves Martins, sua esposa.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Inauguração do Parque Eólico de Malhadas

2002
13 de Janeiro – Foi inaugurado o parque eólico de Malhadas, composto de 15 aerogeradores, de potencia de 9,9 MW.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «A República Democrática 1974-2009 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.245

Fotos do Parque Eólico:








terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Parque Eólico de Malhadas

2001
Começaram a funcionar os primeiros geradores de energia eólica, no parque da Serra da Malhada, fronteira dos concelhos de Góis e de Pampilhosa da Serra.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «A República Democrática 1974-2009 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.244

Fotos do Parque Eólico




sábado, 19 de dezembro de 2009

Escola primária e Lar do Cadafaz

1971
19 de Dezembro – No Cadafaz, foi inaugurado o novo edifício escolar. A Junta de Freguesia é presidida por Guilherme Simões Alves.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Estado Novo 1926-1974 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.225


Foto do Lar do Cadafaz

Hoje a escola primária já não existe, foi convertida em Lar. O lar já está todo equipado e pronto a funcionar, mas infelizmente está fechado. Quando é que começa a funcionar? Quando o Lar da Cabreira estará pronto?
Coloco um artigo de jornal, que informa que está pronto a funcionar.

Lar do Cadafaz pronto a funcionar
Apostada em apoiar a terceira idade, a União Recreativa do Cadafaz já adquiriu o equipamento para a extensão do lar no Cadafaz, que está pronto para receber até 16 idosos.
A União Recreativa do Cadafaz prestou homenagem a Américo Paiva, habitante do Sarzedo, concelho de Arganil, com 94 anos, durante um almoço da colectividade de Góis, que reuniu cerca de 180 pessoas.
O almoço serviu também para angariar alguns fundos para custear o equipamento instalado na futura extensão do lar da freguesia do Cadafaz, verba que já foi conseguida na sua totalidade. “Finalmente posso dizer que a missão está cumprida”, afirmou o presidente da direcção da União Recreativa do Cadafaz. Armindo Neves referiu que, depois de realizarem quatro almoços-convívio, que incluíram animação musical e alguns leilões para a obtenção de receitas, a colectividade conseguiu pagar todo o equipamento instalado na futura extensão do lar da freguesia, um investimento que, incluindo o edifício exterior, rondou os 75 mil euros.
De acordo com Armindo Neves, neste momento é apenas necessário que as entidades responsáveis dêem seguimento à construção do lar na Cabreira, uma vez que é a povoação que tem mais habitantes na freguesia.
O lar na Cabreira contempla a construção de cerca de trinta quartos. “Já lá vão dois ou três anos e não sei se já existe o projecto”, lamentou o dirigente da União Recreativa do Cadafaz, reforçando que, no que compete à colectividade, o seu objectivo foi concretizado, uma vez que “a extensão do lar no Cadafaz está feita, tem equipamento e está pronta a funcionar”.
Defendendo que a “grande aposta” das Comissões de Melhoramentos passa pelo apoio à terceira idade, Armindo Neves referiu que a extensão do lar no Cadafaz irá proporcionar melhores condições de vida aos seus habitantes, na sua maioria já idosos.
Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, o presidente da direcção afirmou que o equipamento instalado na extensão do lar da freguesia do Cadafaz, que inclui oito quartos com camas individuais e casas-de-banho privativas, “resolve o problema da própria aldeia”, dando assistência para já a 16 pessoas, numa população de cerca de 25 moradores idosos, sendo que os restantes poderão ainda usufruir dos quartos a instalar no Lar da Cabreira.
No convívio estiveram presentes, para além dos sócios e amigos da União, o presidente da Assembleia Municipal de Góis, José Carvalho, o presidente da Junta de Freguesia do Cadafaz, Casimiro Vicente, que também é secretário da colectividade, e a vice-presidente da ADIBER, Lurdes Castanheira, entre outras entidades.
in Diário As Beiras, de 31 de Janeiro de 2008

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Inauguração do telefone público, há 70 anos



1939
Inauguração do telefone público no Cadafaz.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Estado Novo 1926-1974 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.206

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Alminhas do padre André

Situada em "Lomba do Rescaldo", onde um sacerdote caiu do seu cavalo, ficando muito mal tratado, o que o levou a uma doença da qual veio a falecer. (O Povo mandou construir as almas em sua memória).
Luciano Nunes dos Reis, in O Varzense, de 15/05/2007


Clique nas fotos para ampliar
De todas as Alminhas que fotografei, considero que esta é a mais bonita, muito em parte pelo seu enquadramento, tem data de 1958.
O padre André, enquanto pároco da freguesia de Cadafaz, baptizou muitas crianças, uma delas foi a minha mãe.
Coloco, um texto extraído do livro O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, que fala do padre André.

1962
1 de Dezembro – Morre padre André de Almeida Freire, com 61 anos de idade, natural do Colmeal. Sacerdote muito abnegado, calcorreou os caminhos agrestes das serras das freguesias de Cadafaz, Colmeal e Cepos, durante de 30 anos.

- Ramos, João Barreto Nogueira, «O Estado Novo 1926-1674 (No novo regime)» in O Concelho de Góis, Ensaio de Reconstituição da sua História, (do Século XII ao Século XXI), Cronologia do Poder e da Sociedade, Movimento Cidadãos por Góis, Outubro de 2009, p.220