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terça-feira, 12 de março de 2013

Foto tirada em Fajão


Esta foto foi tirada em Agosto de 1979, em Fajão, nesse dia, o grupo foi à feira da Pampilhosa da Serra, de seguida fomos almoçar à Barragem do Cabril, acabando o passeio em Fajão. Muitos infelizmente já não se encontram entre nós.

Foto de Virgílio Lopes
1 – Virgílio Lopes, 2 – Fernando Pires, 3 – Fernanda Pires, 4 – Lurdes Ferreira, 5 – Manuel Ferreira, 6 – Maria Amélia Lopes, 7 – Arminda Almeida, 8 – António José Almeida, 9 – Maria Nunes, 10 – Serafim Martins Brás, 11 – Susana Lopes, 12 – António Batista Almeida, 13 – Hipólito Neves, 14 – Leonel Ferreira, 15 – Fátima Gomes, 16 – Cristina Almeida, 17 – Eugénia Calretas, 18 – Lurdes Ferreira, 19 – Maria do Céu Ferreira, 20 – Paula Santa Cruz, 21 – José Augusto Pires e 22 – Fernando Ferreira


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Foto de piquenique/festejo de anos

Esta foto, foi enviada pelo Sr. Virgílio Lopes, tirada num piquenique/festejo de aniversário nos anos 80 ou início dos anos 90. 



1 - Mário Neves, 2 - Cidália Nunes, 3 - Lucinda Gaspar, 4 - João Carlos Barata, 5 - Maria de Fátima Paiva, 6 - Arminda Santos, 7 - Joaquim Alves, 8 - Zulmira Fernandes, 9 - Álvaro Almeida, 10 - Regina Alves, 11 - Albano Henriques, 12 - Francelina Neves, 13 - Cremilde Palácio, 14 - Tânia Neves, 15 - Isabel Neves, 16 - Armindo Neves, 17 - Rosa Pereira, 18 - Aucilia Neves, 19 - Alcides Neves, 20 - Casimiro Vicente, 21 - Manuel Ferreira, 22 - Lurdes Ferreira, 23 - Lucinda Videira, 24 - José Henriques.
 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Construção da Casa de Convívio

A foto de hoje é da construção da Casa de Convívio, que decorreu em meados dos anos 70, estavam a colocar as madeiras para o telhado.

Foto de Cila Nunes

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Programa da festa em 1924


in A Comarca de Arganil Nº1209 de 31 de julho de 1924


terça-feira, 15 de maio de 2012

Mês das sementeiras

Maio é o mês das sementeiras, hoje no Cadafaz, poucos são quem ainda as fazem. Coloco umas fotos para recordar esses tempos, que devem ter sido tiradas há mais de 30 anos.

Foto de Cila Nunes

Foto de Cila Nunes


Havia sempre tempo para “matar o bicho” e descansar.

Foto de Cila Nunes

segunda-feira, 26 de março de 2012

Domingos à tarde

Nos finais dos anos 80, não havia muito com que passar o tempo (não tínhamos Internet, só existiam 2 canais de televisão) era preciso distraírmo-nos com alguma coisa, aos domingos à tarde. Por vezes decidíamos ir tirar algumas fotografias, aqui ficam algumas delas:

Da esquerda para a direita: Fátima Neves, eu, Célia Alves, Cila Nunes e Carlos Alves.


Da esquerda para direita, em pé: Carlos Alves, Fátima Neves e eu. Sentadas: Dina Alves e Cila Nunes.



 Da esquerda para a direita: Fátima Neves, Célia Alves, Fernando Pires e Dina Alves.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Juventude da freguesia do Cadafaz

Esta foto foi tirada nos anos 70 e representam jovens do Cadafaz, do Corterredor e da Sandinha.
Em pé, da esquerda para a direita:
Leonel Henriques, Valdemar Nunes, Carlos Lourenço, Casimiro Vicente, Leonel Henriques, Isabel Almeida Neves,
Agachados da esquerda para a direita: Manuel Lopes, Jorge Vidal, André Gaspar, Cila Nunes, Mila Vidal e Elizabete Vicente Gaspar.

Foto de Cila Nunes

sexta-feira, 2 de março de 2012

Cadafaz em 1951

Foto de José António Martins

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Cadafaz de antigamente

Esta foto foi tirada do terraço da casa da Cila e mostra casas e telhados da Barroca.

Foto de Cila Nunes

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Juventude dos anos 70

Estes são alguns dos jovens que viviam no Cadafaz nos anos 70. Infelizmente o Leonel Henriques já não está entre nós. Digam lá se não tinham muita “pinta”?
Da esquerda para a direita: Leonel Henriques, Casimiro Vicente, Valdemar Nunes e Victor Henriques.

Foto de Cila Nunes

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Recordando o passado

O texto que coloco hoje foi escrito pelo Sr. Luciano Nunes dos Reis e retrata a vida de alguns Cadafazenses que saíram do Cadafaz para irem trabalhar para Lisboa, isto nos anos 30 e 40.



Ao recordar os tempos idos, vou descrever, hoje a vida das nossas gentes que se deslocavam das suas aldeias para trabalharem em Lisboa, procurando com o seu trabalho uma vida melhor para as suas famílias.
Em primeiro lugar, iam os homens, só raras vezes as esposas os acompanhavam, pelo que, só passado muito tempo é que os casais se encontravam.
Passado algum tempo, depois de muitas privações, se a vida lhe tivesse permitido juntarem algum dinheiro iam à terra para comprarem uma terra, que, num futuro, lhes daria o sustento da família. Alguns levavam, nessa altura, as esposas para sua companhia, sujeitando-se a viver dois casais, ou mais numa casa com apenas duas assoalhadas e com uma cozinha em comum, que servia também como casa de banho, apenas com uma pia. Isto passava-se nos anos trinta e quarenta e até mesmo depois. Não se ia a um cinema ou outro divertimento, só se pensava em voltar à aldeia demonstrar uma vida melhor que os que ali residiam, sem demonstrarem os sacrifícios feitos.
De regresso, e já sem dinheiro, lá se começava uma vida nova, sempre com espírito de poupança. No entanto depois de uma semana de trabalho, chegava o Domingo, então, juntando-se um grupo de casais e amigos para conviverem, indo em passeio para fora de Lisboa levando o seu farnel (lanche) fazendo o piquenique, como o que vos apresento, hoje, na foto. Este grupo saía do Bairro Alto, de manhã, percorrendo a distância que os levava até à Mata de São Domingos, para os lados de Benfica e entre o Monsanto, posso não medir bem, mas suponho que serão uns 15 quilómetros.
No grupo fotografado, não tenho a certeza se os identifico correctamente a todos, pois muitos anos passaram, no entanto vou dizer os seus nomes e se por ventura me enganar peço desculpa.
Na primeira fila são: Adelino Martins, António Barata e filha, Manuel Martins dos Santos e sua sobrinha Maria Alice (minha ex. esposa) que recordo com muita saudade, Manuel Domingos, penso que José Ferreira e filhos.
Na segunda fila, vemos em primeiro lugar, José Gaspar Nunes, Manuel dos Santos, meu sogro, Justa Fernandes e sua filha Angelina Martins dos Santos, Ermelinda Almeida, Prazeres Vidal e Serafim Martins Brás, este felizmente ainda se encontra entre nós.
Como ia dizendo a vida não era fácil, os salários muito pequenos, pouco mais davam que o próprio sustento. As senhoras não trabalhavam, ficando retidas em casa entre as quatro paredes, e só saíam de vez em quando, em certos dias da semana, para irem ver os saldos que se faziam nos Armazéns do Chiado, Grandela, Ramiro, Leão, Paris em Lisboa e tantos outros. Chegavam a casa cansadas por terem andado a pé para pouparem uns míseros $20 vinte centavos que era quanto custava o bilhete do eléctrico.
Aqui fica um pouco de história do que foi a vida de outros tempos.
Luciano Nunes dos Reis.
in O Varzeense de 15 de Março de 2007


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

D. Jacira

Durante alguns meses dos anos 70, esteve a viver na Casa Paroquial do Cadafaz, a D. Jacira, assistente cultural das Caritas, que conviveu muito com os jovens dessa altura. Na despedida fizeram-lhe um jantar e escreveram-lhe um poema que foi lido pelo Valdemar Nunes.


Foto do Jantar:



1 – Padre Sertório Batista Martins , 2 – Jacira, 3 – Regina Batista Martins, 4 – Valdemar Nunes, 5 – Cila Nunes, 6 – Maria Odete Gaspar, 7 – André Almeida, 8 – Casimiro Vicente, 9 – Fátima Gomes.

Poema:

Jacira 

I
Fazer, pensar numa poesia
Sem para isso ter vocação
Mas, tudo é poesia
Quando sai do coração
II
É dedicada à D. Jacira
Que aqui está presente
Para lhe dar a conhecer
O que nosso coração sente
III
Senhora D. Jacira
Nossa mestre amiga
A sua nobre missão
A que sacrifícios a obriga!
IV
Desde que está connosco
Aquilo que tem passado
Só Deus e a Srª sabem
Quanto se tem sacrificado
V
Pedimos muita desculpa
Por aquilo que cá passou
O que mais nos entristece
É sabermos que chorou
VI
Por isso pedimos perdão
É grande a nossa tristeza
Perdoe D. Jacira
A nossa enorme fraqueza
VII
São tantas as nossas faltas
Que número não terão
Mas estamos confiados
No seu bondoso coração
VIII
Nestes momentos difíceis
D. Jacira não desanimou
É sua grande bondade
Para todos continuou
IX
Sempre nos encaminhou
Para o bem e a virtude
Fez tudo quanto pôde
Por esta “sua” juventude
X
Uniu-nos mais a Cristo
Com palavra e oração
Deu-nos o grande exemplo
De quanto vale a união
XI
Não se poupou a trabalhos
E transpôs grandes barreiras
Para que esta juventude
Entrasse em honrosas fileiras
XII
Embora sem nossa Mestra
Não devemos desanimar
Vamos sempre p’ra frente
Nosso dever é continuar
XIII
A senhora vai-se embora
Mas fica-nos no pensamento
E sempre estará connosco
A toda a hora e momento
XIV
Estamos muito agradecidos
Sem nunca podermos pagar
Que Deus lhe dê saúde
Para poder continuar
XV
Que o Senhor lhe agradeça
Nenhum de nós é capaz
Só lhe queremos pedir
Não se esqueça do Cadafaz
XVI
Deus a acompanhe D. Jacira
Agora que nos vai deixar
Oxalá encontre gente
Que a saiba estimar
XVII
O coração de Maria
Esse Coração Imaculado
Que nunca a abandone
No seu nobre apostolado
XVIII
Agora mais um favor
Pedimos-lhe do coração
Que aceite uma lembrança
Prova da nossa gratidão
XIX
Aceite D. Jacira
Das mãos deste rapaz
Uma pequenina oferta
Dos jovens do Cadafaz

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Foto dos anos 70

A foto que coloco hoje foi tirada numa escada, nela se encontram vários cadafazenses.

Foto de Virgílio Lopes
1 – Maria do Céu Ferreira, 2 – Leonel Santos, 3 – Maria Amélia Lopes, 4 – Carlos Martins, 5 – Amélia Lopes, 6 – Armindo Alves, 7 – Manuel Alves, 8 – Hélder Gaspar, 9 – Isilda Martins, 10 – Jorge Henriques, 11 – Maria Augusta Henriques, 12 – Lucinda Videira Henriques, 13 – José Henriques,
14 –   ?, 15 –  ?, 16 – Augusto Fragoso, 17 –   ?, 18 – Manuel Ferreira, 19 – Maria de Lurdes Ferreira,
20 – Elisabete Nunes, 21 – Valentim Rosa, 22 – Octávio (engº), 23 – Adelina Almeida, 24 – Adelaide Nunes, 25 – Joaquim Alves, 26 – Manuel Simões, 27 – António Batista de Almeida, 28 – Mário Fragoso.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Juventude dos anos 80

As fotos de hoje foram tiradas em Agosto de 1982, nelas estão alguns jovens dessa altura:

Foto de Paula Pina
1ª fila em pé da esquerda para a direita: Fernando Almeida Pinto, Rui Neves, Elisabete Nunes, Carlos Martins e Adelaide Nunes.
2ª fila da esquerda para a direita: Pedro Monteiro (já falecido), Miguel Nunes, Fátima Almeida Pinto, Leonel Santos e Paula Pina.

Foto de Paula Pina
1ª fila da esquerda para a direita: Pedro Monteiro, Paula Pina e Elisabete Nunes.
2ª fila da esquerda para a direita: Adelaide Nunes, Rui Neves, Eneide Nunes, Leonel Santos e Fernando Almeida Pinto.
3ª fila em pé da esquerda para a direita: Fátima Almeida Pinto e Miguel Nunes.

sábado, 24 de setembro de 2011

Vídeo sobre o Cadafaz

Hoje coloco um vídeo feito pelo Fernando Roosevelt, sobre o Cadafaz de hoje e de antigamente. Espreitem, está muito bem feito.



segunda-feira, 11 de julho de 2011

Foto antiga

A foto que coloco já é bastante antiga, deve ter perto de 70 anos, visto nela estar a Ti Lucinda do Fundo e ela já completou a bonita idade de 91 anos.
Da esquerda para a direita: Lucinda Antunes Domingos, Luísa do Queiroal, Manuel Ferreira e Prazeres do Queiroal



Foto de Virgílio Lopes

sábado, 25 de junho de 2011

Folheto de Turismo nos anos 90

Nos anos 90, o Concelho de Góis tinha um folheto de turismo que continha algumas fotografias que representavam o Cadafaz e as suas gentes.
Aqui ficam para recordarem:






quinta-feira, 9 de junho de 2011

Contas de Santo António entre 1948 e 1954

Durante alguns anos, Manuel Francisco dos Reis foi mordomo do Santo António, por achar interessante as ofertas que eram dadas, a compra do terreno à volta da capela e a construção dele coloco as contas.   
Estas informações foram cedidas pela Cila Nunes do espólio de Manuel Francisco dos Reis.

1948
Despesas em 1948
Missa em 26 de Dezembro - 20$00
Com os Leiloeiros - 12$50
Um pau para a escada da Igreja - 50$00
Condução e corte - 17$50

1949
Em 1949 feitio - 60$00
Bancos com a J.A.M. - 13$60

13 de Junho 1949
Missa e sermão - 130$00
Fôgo e leiloeiros - 54$00

Ofertas de Stº António:
Novembro:
Cabeças de Porco, línguas, carne, esmolas, metade de uma coleira
Total: 200$40

Dezembro:
Metade de orelheira, língua, carne, línguas, cabeças
Total: 165$50
Total 1949: 365$90

1950
Línguas, chouriça, carne, oferta: 180$00

Em 16 de Abril para a Igreja - 405$00

13 de Junho 1950
Missa e sermão - 130$00
Fogo e 2 dúzias e leiloeiros - 42$00


1951
Portas para o Alpendre feitio - 345$00
Transporte e assentamento - 90$00
Albejar a capela, preparos e artista 3 dias - 198$50

13 de Junho 1951
Missa e sermão - 130$00
Fogo 4 dúzias a 13 escudos - 52$00
Com os leiloeiros vinho cera 14lo - 48$00
Cera e fogo  - 14$00

4 Panelas vidradas para os lagares - 40$00
Uma no lagar da Ponte leva 9 litros
Uma no Cadafaz 9,5l
Uma no Corterredor 3 litros
Uma na Candosa 3,5

1952
13 de Junho:
Missa e sermão - 130$00
Fogo e leiloeiros - 12$00
Rendimento do dia de Stº António: 340$00

1953
Em azeite, carne, queijo, batatas, broa, milho, chouriças e lã
Total: 781$70

Compra do terreno para a rua em volta da capela a José Henriques e Joaquim do Muro - 300$00
Manuel Martins Brás ofereceu e ficou com as lascas e madeiras existentes a Maria Carneiro viúva de Francisco da Cruz - 250$00

A construção do muro à volta da capela principiou em 9 de Março de 1953
Sendo os trabalhadores:
José Maria Bandeira – 2 dias
Manuel Rodrigues Bandeira – 3 dias
Serafim Vidal – 14 dias
Manuel Pedro das Neves – 1 dia
Vinho – 10 litros
Aguardente – 1 litro
 
1954
Ofertas:
Línguas, frango, carne, vinho total: 213$00

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Obras no Adro em 2001

Foi me enviado pelo Fernando Roosevelt umas fotos das obras do Adro que decorreram em 2001.
Há 10 anos o Adro encontrava-se em grande transformação:

Foto de Fernando Roosevelt


Foto de Fernando Roosevelt


segunda-feira, 11 de abril de 2011

As Ladainhas da Quaresma

Antigamente, no Cadafaz cantavam-se as Ladainhas pela Quaresma. Todos os dias à noite até ao Sábado de Aleluia, juntavam-se dois grupos, um de homens e outro de mulheres, em que os cânticos eram marcados pelos dias da semana, cada dia era um diferente. Começava-se na Igreja até à Capela de Santo António e voltava-se à Igreja. Enquanto um grupo cantava o outro grupo ia avançando.
As Ladainhas eram as seguintes:
Segunda-feira: Virgem Santíssima
Terça-feira: Avé Maria
Quarta-feira: Excelências
Quinta-feira: Versos do Domingo
Sexta-feira: Martírios
Sábado: Bendito e Louvado

O cântico da Virgem Santíssima era assim:
Virgem Santíssima não permitais que eu viva e não morra em pecados mortais, pecado mortal não hei-de eu morrer que a Virgem Santíssima me há-de valer.

Também existia as Ladainhas pelo Santo António que eram cantadas entre o dia 1 e 13 de Junho.