quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Fotos do almoço de Natal

No passado sábado, dia 11, decorreu o 2º almoço de Natal da União Recreativa do Cadafaz e do Rancho Folclórico do Cadafaz, que foi servido pelo Restaurante A Saborosa. Foi um dia chuvoso, o que não impediu que houve-se animação nessa tarde com o Grupo de Concertinas Sons da Serra. O Mário Neves, presidente do Rancho folclórico, mandou-me algumas fotos desse dia.


Foto de Mário Neves

 
Foto de Mário Neves


Foto de Mário Neves

 
Foto de Mário Neves

 
Foto de Mário Neves
Foto de Mário Neves
Foto de Mário Neves
Foto de Mário Meves
Foto de Mário Neves

Foto de Mário Neves
Mário Neves e Márcio Neves, presidente e tesoureiro do Rancho, foto de Mário Neves
Vera Duarte e Fernanda Pires (minha mãe), foto de Mário Neves


Luciano Domingos e Ti Lucinda, foto de Mário Neves


João, elemento do Rancho, foto de Mário Neves
Foto de Mário Neves


Foto de Mário Neves
Mário Neves e Armindo Neves, presidentes do Rancho e da URC, foto de Mário Neves


Grupo Sons da Serra, Foto de Mário Neves

Foto de Mário Neves
Foto de Mário Neves

sábado, 10 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Os tomates do Adro

O verão já passou há uns meses, mas umas semanas atrás, em pleno outono, podíamos ver no Adro um tomateiro bastante carregado, que nasceu na calçada.

Foto de Fernando Roosevelt 

sábado, 3 de dezembro de 2011

Cadafaz visto do Rabadão

As fotos que se seguem foram tiradas e partilhadas, no Facebook, pelo Sr. Acácio Moreira do Carvalhal. Na altura suscitaram alguns comentários que aldeia seria, é o Cadafaz.
Agradeço ao Sr. Acácio Moreira de as poder colocar aqui no blogue, já que o Cadafaz é visto de outra perspectiva a que não estamos habituados a ver.

Foto de Acácio Moreira
Foto de Acácio Moreira

Foto de Acácio Moreira

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dezembro



Provérbios de Dezembro:

Presentes trazes contigo
Mês do amor, mês do Natal
Alegria das crianças
Este vosso Portugal.

Uma estrela luminosa
Me guiou até Belém
Nasceu o Deus Menino
Vou adorá-lo também

Já à volta da lareira
Há alegria sem par
O Deus menino nasceu
Vamos-lhe todos cantar

A neve cai em farrapos
O vento sopra mansinho,
Todos vão cheios de fé
Adorar o Deus Menino.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Folhas Soltas de Cadafaz por A.Silva

SONHOS QUE FICARAM POR CONCRETIZAR
- Sonhar, faz parte de uma das funções da mente humana. E é a “Sonhar Acordado” que muitas vezes se idealizam grandes projetos, embora, por vezes, pareçam difíceis ou morosos, aliados a uma grande força de vontade e cooperação, tudo se vai conseguindo. A não ser que… Deus encurte a estrada da vida, já que é uma incógnita, que ninguém tem o dom de adivinhar. E, foi certamente o que surgiu para muitos dos grandes empreendedores desta povoação, não os deixando realizar os sonhos para a sua aldeia.
Verificamos, por exemplo, nos últimos 70/80 anos – Cláudio do Santos, primeiro Presidente da Liga de Melhoramentos da Freguesia de Cadafaz e outros elementos também de renome, em 1932, já lutavam pela célebre estrada de Góis-Cebola, e curioso… uma Farmácia na sede de freguesia, além de outros benefícios (alguns dos quais concretizados).
Em 1976 – Armindo Simões Nunes – transmitia a ideia de restaurar o Lagar dos Portos, em Cadafaz, afim de ser utilizado para turismo. –Projeto idêntico para a Relvas em 1986, por Manuel Joaquim Almeida, natural daquela aldeia pensava construir um edifício habitacional bem equipado e reconstrução das restantes habitações para fins turísticos, (aqui parece que imperou a burocracia). Mas também a do Minério no Castelejo esteve no pensamento de Fernando Simões e Virgílio Nunes dos Reis para as mesmas funções.
Em 1987 – Américo Alves Martins – relembra o tão desejado Museu em Cadafaz.
Em 1991 – Virgílio Nunes dos Reis, pede mais uma vez o alcatroamento da estrada Corterredor – Mestras.
Em 1992 – Américo Alves Martins, alerta mais uma vez o estado da Estrada térrea do Cadafaz ao Selade do Braçal, para quando o seu alcatroamento?
Havia muitos mais a enumerar, porém, passadas algumas décadas, tudo continua na mesma, esquecidos, sem qualquer começo ou continuidade. E no que se refere à parte do Turismo, talvez por azar, desconhecimento, ou falta de interesse da parte dos recentes representantes desta comunidade nunca foi conhecido qualquer interesse neste sentido. Embora nos últimos anos tenhamos assistido a grandes recuperações em aldeias de xisto, em zonas do Concelho, e onde nem sequer existem grandes comunidades, antes pelo contrário (o certo é que até os currais foram recuperados) e de vez em quando, alguém as vai engalanando, quanto mais não seja para justificar o seu dispêndio. Quantos pequenos benefícios se teriam feito nas freguesias do concelho.
Mas, vamos continuando a acalentar esta continuidade, pouco prospera, triste e solidária, onde alguns dos benefícios mais preciosos não têm sido concretizados. E, hoje com os tempos de crise com que nos presentearam pior será. A verdade é que não ansiamos obras faustosas de pompa e circunstância – essas já foram demais, nos últimos anos. Precisamos sim de obras feitas qua ainda nos venham a beneficiar no pouco tempo que nos resta, tais como: a recuperação do lavadouro público, prestes a ruir; um tanque de água próximo da povoação de Cadafaz, para apoio em situações de incêndio, já que nem sequer as bocas de incêndio colocadas há anos dentro da povoação têm sido revistas de modo a funcionarem; alcatroamento da atrás mencionada estrada de Cadafaz-Selade do Braçal, cerca de 6 quilómetros, e que beneficiaria também outras povoações e que, segundo consta, está dada como alcatroada, o que não corresponde à realidade (vasta verificar pessoalmente).
Quanto a servos públicos continuam cada vez mais em degradação. Os serviços da PT deixam a comunidade mais tempo sem comunicações que de atendimento. A rede móvel também parece ser mais uma das promessas dos nossos representantes.
Sobre o serviço do correio, como já tenho mencionado noutros artigos, foi retirada a caixa de receção para envio, o que nos leva a esperar (se puder deslocar-se) em local onde o funcionário passar e aqui devo salientar que estas caixas, hoje retiradas, foram pagas pelas comunidades. Por exemplo, a de Capelo, em 1936 custou 50$00, hoje é uma “pechincha”, mas ontem era dinheiro.
Concluindo: muito se fala do idoso, mas não basta dar-lhe de comer e distrações ilusórias. Eles foram os homens e mulheres que nos anos atrás lutaram por uma continuidade de vida mais profícua e não pela desatenção em que estão ficando. Inclusive no caso de assunto urgente (doença), etc. nem sequer os serviços por eles eleitos estão presentes ou disponíveis, ou estão… de oito em oito dias das 10 às 12. O que nos resta, se tivermos tempo, é deitar e esperar… esperar que um vizinho chame a voz do sino que era antigamente a voz do povo.
Para que nos servem afinal as novas tecnologias de que estamos rodeados?...
in O Varzeense de 15 de Novembro de 2011


domingo, 27 de novembro de 2011

Ao Anónimo, Um Cadafazense, Joaquim Bastinhas…

Este post é para si, que se tem identificado pelos seguintes nomes: Anónimo, Um Cadafazense, Joaquim Bastinhas, Um Cadafazense Atento, O Fantasma da Bolacha, Um Taratalense, Um Sócio da União, Um Confrade Arrependido, Lucinda Callas, Eugénia Escarretas, Uma Loura do Cadafaz, Mais Um Comentário Censurado, O Galo da Torre, Luís Aleluia, António do Fundo do Lugar, Estreilinha, Um Cadafazense Pobre e Maria, digo para si, porque penso que seja uma só pessoa.
Agradeço os comentários que tem deixado, desde há cerca de um ano, os quais não os tenho colocados, mas estão todos guardados. Não faço censura, como me acusou, simplesmente como não estão devidamente identificados, não os colocos e vou continuar a fazê-lo enquanto não der a sua verdadeira identificação ou eu saber que realmente é essa pessoa e não a pessoa que se autointitula, porque ambos sabemos que o seu nome não é Joaquim Bastinhas ou outros que indicou.
Como sabe este blogue é particular e nada tem a ver com a Junta de Freguesia de Cadafaz e União Recreativa do Cadafaz, por isso os seus comentários deveriam ser dirigidos diretamente a essas duas entidades, e, eu coloco o que bem entender e não o que você pretende para mais de uma pessoa anónima.
É uma visita assídua do meu blogue, por isso já leu críticas que fiz ao Presidente da Junta de Freguesia do Cadafaz e à Direção da União Recreativa do Cadafaz, mas dei a cara, enquanto você se esconde atrás do anonimato.
Para finalizar deixo-lhe uns desafios:
- Porque é que não faz também um blogue para as suas opiniões serem debatidas?
- Porque é que não concorre às próximas eleições autárquicas para a Freguesia do Cadafaz?
- Porque é que não concorre à Direção da União Recreativa do Cadafaz?

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Alminhas nos Portos

Alminhas nos Portos que perpétua a memória de uma jovem menina que faleceu na flor da sua idade, mandada construir por seus pais, que a adoravam e quem ficou até aos dias de hoje mergulhados em profundo desgosto e muitas saudades.
Luciano Nunes dos Reis
in O Varzeense, de 15 de Maio de 2007



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

D. Jacira

Durante alguns meses dos anos 70, esteve a viver na Casa Paroquial do Cadafaz, a D. Jacira, assistente cultural das Caritas, que conviveu muito com os jovens dessa altura. Na despedida fizeram-lhe um jantar e escreveram-lhe um poema que foi lido pelo Valdemar Nunes.


Foto do Jantar:



1 – Padre Sertório Batista Martins , 2 – Jacira, 3 – Regina Batista Martins, 4 – Valdemar Nunes, 5 – Cila Nunes, 6 – Maria Odete Gaspar, 7 – André Almeida, 8 – Casimiro Vicente, 9 – Fátima Gomes.

Poema:

Jacira 

I
Fazer, pensar numa poesia
Sem para isso ter vocação
Mas, tudo é poesia
Quando sai do coração
II
É dedicada à D. Jacira
Que aqui está presente
Para lhe dar a conhecer
O que nosso coração sente
III
Senhora D. Jacira
Nossa mestre amiga
A sua nobre missão
A que sacrifícios a obriga!
IV
Desde que está connosco
Aquilo que tem passado
Só Deus e a Srª sabem
Quanto se tem sacrificado
V
Pedimos muita desculpa
Por aquilo que cá passou
O que mais nos entristece
É sabermos que chorou
VI
Por isso pedimos perdão
É grande a nossa tristeza
Perdoe D. Jacira
A nossa enorme fraqueza
VII
São tantas as nossas faltas
Que número não terão
Mas estamos confiados
No seu bondoso coração
VIII
Nestes momentos difíceis
D. Jacira não desanimou
É sua grande bondade
Para todos continuou
IX
Sempre nos encaminhou
Para o bem e a virtude
Fez tudo quanto pôde
Por esta “sua” juventude
X
Uniu-nos mais a Cristo
Com palavra e oração
Deu-nos o grande exemplo
De quanto vale a união
XI
Não se poupou a trabalhos
E transpôs grandes barreiras
Para que esta juventude
Entrasse em honrosas fileiras
XII
Embora sem nossa Mestra
Não devemos desanimar
Vamos sempre p’ra frente
Nosso dever é continuar
XIII
A senhora vai-se embora
Mas fica-nos no pensamento
E sempre estará connosco
A toda a hora e momento
XIV
Estamos muito agradecidos
Sem nunca podermos pagar
Que Deus lhe dê saúde
Para poder continuar
XV
Que o Senhor lhe agradeça
Nenhum de nós é capaz
Só lhe queremos pedir
Não se esqueça do Cadafaz
XVI
Deus a acompanhe D. Jacira
Agora que nos vai deixar
Oxalá encontre gente
Que a saiba estimar
XVII
O coração de Maria
Esse Coração Imaculado
Que nunca a abandone
No seu nobre apostolado
XVIII
Agora mais um favor
Pedimos-lhe do coração
Que aceite uma lembrança
Prova da nossa gratidão
XIX
Aceite D. Jacira
Das mãos deste rapaz
Uma pequenina oferta
Dos jovens do Cadafaz