sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Olhares

Ultimos olhares de 2011:











terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Convívio de Natal pretendeu reunir povo do Cadafaz

À semelhança do ano anterior, o Rancho Folclórico “Danças e Cantares da Freguesia do Cadafaz” e a União Recreativa do Cadafaz promoveram, no passado dia 10 de dezembro de 2011, um almoço de confraternização, que teve lugar na Casa de Convívio do povo do Lugar de Cadafaz e que pretendeu assinalar a época natalícia e promover o convívio entre os naturais e amigos da freguesia de Cadafaz. Todavia, nem todos os cadafazenses se associaram ao encontro. O mau tempo que se fez sentir e a contenção económica atual também estiveram na origem de algumas desistências, mas, o calor humano que se fez sentir entre os que marcaram presença superou todas as expectativas e tornou a festa num momento muito especial para as “gentes” desta freguesia.
Esta verdadeira jornada de convívio iniciou com um almoço convívio que marcou a diferença, pelo requinte com que foi servido, tanto na apresentação do espaço, como na excelente forma como foi confecionado.
Após o almoço, e durante a tarde, não faltou, a imprescindível animação do Grupo de Concertinas “Sons da Serra”, vindo de Oliveira do Hospital, que conseguiu colocar até os que não sabem dançar a darem o seu pezinho de dança.
Para ajudar a fazer face às despesas, durante o encontro, foi ainda efetuado um leilão de pequenos géneros que antecipadamente tinham sido ofertados para o efeito e para o final da tarde estava ainda reservado um lanche, que encerrou o encontro natalício com “chave de ouro”.
Mário Neves, presidente da Direção do Rancho Folclórico de Cadafaz, agradeceu a presença de todos os que participaram neste convívio, nomeadamente: alguns elementos do rancho, associados da União Recreativa e amigos em geral.
O presidente da direção do rancho acrescentou também que, conforme é do conhecimento público no ano de 2011, este encontro conseguiu um saldo positivo de trezentos euros, todavia, este ano, apesar do pagamento também dos elementos do Rancho, face às desistências e à falta de adesão, foi necessário recorrer-se a esse valor.
Mário Neves aproveitou ainda para agradecer o habitual apoio da Junta de Freguesia de Cadafaz, da Câmara Municipal de Góis e dos amigos em geral e deixou também um bem-haja a todos os que marcaram presença neste encontro de Natal, realizado no Cadafaz, pois, o sucesso do evento só foi possível graças à boa participação de todos.
Armindo Neves, presidente da direção da União Recreativa, também agradeceu a todos os que se associaram ao momento e lamentou a falta de adesão de alguns cadafazenses, assegurando que esta coletividade nasceu vocacionada para fazer melhoramentos, mas hoje tem uma vertente mais recreativa e social e preocupa-se com o convívio e união do povo desta freguesia.
Armindo Neves, que já tem um bom conjunto de anos de dedicação às causas do Cadafaz, considera importante promover este género de encontros entre as gentes desta freguesia.
Para além de agradecerem aos que estiveram no convívio, Armindo Neves e Mário Neves deixaram também um abraço para os que não puderam estar e o pedido para que, em encontros futuros, o povo desta freguesia e associe em maior número.
in o Varzeense de 15 de Dezembro de 2011

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Alminhas do Porto Pontinha

Alminhas situadas em Porto Pontinha em forma de telheiro, servindo para as pessoas se resguardarem quando chove, e dizem que para se livrarem dos lobos, noutro tempo. Foram restauradas há anos por um bom filho da sua terra, Sr. Fernando Simões Folgosa, infelizmente já falecido.
Luciano Nunes dos Reis
in O Varzeense, de 15 de Maio de 2007



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Fotos do almoço de Natal

No passado sábado, dia 11, decorreu o 2º almoço de Natal da União Recreativa do Cadafaz e do Rancho Folclórico do Cadafaz, que foi servido pelo Restaurante A Saborosa. Foi um dia chuvoso, o que não impediu que houve-se animação nessa tarde com o Grupo de Concertinas Sons da Serra. O Mário Neves, presidente do Rancho folclórico, mandou-me algumas fotos desse dia.


Foto de Mário Neves

 
Foto de Mário Neves


Foto de Mário Neves

 
Foto de Mário Neves

 
Foto de Mário Neves
Foto de Mário Neves
Foto de Mário Neves
Foto de Mário Meves
Foto de Mário Neves

Foto de Mário Neves
Mário Neves e Márcio Neves, presidente e tesoureiro do Rancho, foto de Mário Neves
Vera Duarte e Fernanda Pires (minha mãe), foto de Mário Neves


Luciano Domingos e Ti Lucinda, foto de Mário Neves


João, elemento do Rancho, foto de Mário Neves
Foto de Mário Neves


Foto de Mário Neves
Mário Neves e Armindo Neves, presidentes do Rancho e da URC, foto de Mário Neves


Grupo Sons da Serra, Foto de Mário Neves

Foto de Mário Neves
Foto de Mário Neves

sábado, 10 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Os tomates do Adro

O verão já passou há uns meses, mas umas semanas atrás, em pleno outono, podíamos ver no Adro um tomateiro bastante carregado, que nasceu na calçada.

Foto de Fernando Roosevelt 

sábado, 3 de dezembro de 2011

Cadafaz visto do Rabadão

As fotos que se seguem foram tiradas e partilhadas, no Facebook, pelo Sr. Acácio Moreira do Carvalhal. Na altura suscitaram alguns comentários que aldeia seria, é o Cadafaz.
Agradeço ao Sr. Acácio Moreira de as poder colocar aqui no blogue, já que o Cadafaz é visto de outra perspectiva a que não estamos habituados a ver.

Foto de Acácio Moreira
Foto de Acácio Moreira

Foto de Acácio Moreira

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dezembro



Provérbios de Dezembro:

Presentes trazes contigo
Mês do amor, mês do Natal
Alegria das crianças
Este vosso Portugal.

Uma estrela luminosa
Me guiou até Belém
Nasceu o Deus Menino
Vou adorá-lo também

Já à volta da lareira
Há alegria sem par
O Deus menino nasceu
Vamos-lhe todos cantar

A neve cai em farrapos
O vento sopra mansinho,
Todos vão cheios de fé
Adorar o Deus Menino.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Folhas Soltas de Cadafaz por A.Silva

SONHOS QUE FICARAM POR CONCRETIZAR
- Sonhar, faz parte de uma das funções da mente humana. E é a “Sonhar Acordado” que muitas vezes se idealizam grandes projetos, embora, por vezes, pareçam difíceis ou morosos, aliados a uma grande força de vontade e cooperação, tudo se vai conseguindo. A não ser que… Deus encurte a estrada da vida, já que é uma incógnita, que ninguém tem o dom de adivinhar. E, foi certamente o que surgiu para muitos dos grandes empreendedores desta povoação, não os deixando realizar os sonhos para a sua aldeia.
Verificamos, por exemplo, nos últimos 70/80 anos – Cláudio do Santos, primeiro Presidente da Liga de Melhoramentos da Freguesia de Cadafaz e outros elementos também de renome, em 1932, já lutavam pela célebre estrada de Góis-Cebola, e curioso… uma Farmácia na sede de freguesia, além de outros benefícios (alguns dos quais concretizados).
Em 1976 – Armindo Simões Nunes – transmitia a ideia de restaurar o Lagar dos Portos, em Cadafaz, afim de ser utilizado para turismo. –Projeto idêntico para a Relvas em 1986, por Manuel Joaquim Almeida, natural daquela aldeia pensava construir um edifício habitacional bem equipado e reconstrução das restantes habitações para fins turísticos, (aqui parece que imperou a burocracia). Mas também a do Minério no Castelejo esteve no pensamento de Fernando Simões e Virgílio Nunes dos Reis para as mesmas funções.
Em 1987 – Américo Alves Martins – relembra o tão desejado Museu em Cadafaz.
Em 1991 – Virgílio Nunes dos Reis, pede mais uma vez o alcatroamento da estrada Corterredor – Mestras.
Em 1992 – Américo Alves Martins, alerta mais uma vez o estado da Estrada térrea do Cadafaz ao Selade do Braçal, para quando o seu alcatroamento?
Havia muitos mais a enumerar, porém, passadas algumas décadas, tudo continua na mesma, esquecidos, sem qualquer começo ou continuidade. E no que se refere à parte do Turismo, talvez por azar, desconhecimento, ou falta de interesse da parte dos recentes representantes desta comunidade nunca foi conhecido qualquer interesse neste sentido. Embora nos últimos anos tenhamos assistido a grandes recuperações em aldeias de xisto, em zonas do Concelho, e onde nem sequer existem grandes comunidades, antes pelo contrário (o certo é que até os currais foram recuperados) e de vez em quando, alguém as vai engalanando, quanto mais não seja para justificar o seu dispêndio. Quantos pequenos benefícios se teriam feito nas freguesias do concelho.
Mas, vamos continuando a acalentar esta continuidade, pouco prospera, triste e solidária, onde alguns dos benefícios mais preciosos não têm sido concretizados. E, hoje com os tempos de crise com que nos presentearam pior será. A verdade é que não ansiamos obras faustosas de pompa e circunstância – essas já foram demais, nos últimos anos. Precisamos sim de obras feitas qua ainda nos venham a beneficiar no pouco tempo que nos resta, tais como: a recuperação do lavadouro público, prestes a ruir; um tanque de água próximo da povoação de Cadafaz, para apoio em situações de incêndio, já que nem sequer as bocas de incêndio colocadas há anos dentro da povoação têm sido revistas de modo a funcionarem; alcatroamento da atrás mencionada estrada de Cadafaz-Selade do Braçal, cerca de 6 quilómetros, e que beneficiaria também outras povoações e que, segundo consta, está dada como alcatroada, o que não corresponde à realidade (vasta verificar pessoalmente).
Quanto a servos públicos continuam cada vez mais em degradação. Os serviços da PT deixam a comunidade mais tempo sem comunicações que de atendimento. A rede móvel também parece ser mais uma das promessas dos nossos representantes.
Sobre o serviço do correio, como já tenho mencionado noutros artigos, foi retirada a caixa de receção para envio, o que nos leva a esperar (se puder deslocar-se) em local onde o funcionário passar e aqui devo salientar que estas caixas, hoje retiradas, foram pagas pelas comunidades. Por exemplo, a de Capelo, em 1936 custou 50$00, hoje é uma “pechincha”, mas ontem era dinheiro.
Concluindo: muito se fala do idoso, mas não basta dar-lhe de comer e distrações ilusórias. Eles foram os homens e mulheres que nos anos atrás lutaram por uma continuidade de vida mais profícua e não pela desatenção em que estão ficando. Inclusive no caso de assunto urgente (doença), etc. nem sequer os serviços por eles eleitos estão presentes ou disponíveis, ou estão… de oito em oito dias das 10 às 12. O que nos resta, se tivermos tempo, é deitar e esperar… esperar que um vizinho chame a voz do sino que era antigamente a voz do povo.
Para que nos servem afinal as novas tecnologias de que estamos rodeados?...
in O Varzeense de 15 de Novembro de 2011