terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Cadafaz de antigamente

Esta foto foi tirada do terraço da casa da Cila e mostra casas e telhados da Barroca.

Foto de Cila Nunes

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Obras na Igreja Paroquial de Cadafaz

A Fábrica da Igreja da Paróquia de Cadafaz, durante o ano transacto, procedeu à reparação do telhado da Igreja Paroquial, por este se encontrar em muito mau estado, assim como à pintura de todas as paredes exteriores do edifício, culminando com a substituição de quase todas as portas, de madeira, que dentro do possível mantiveram a mesma configuração. Na mesma ocasião todo o Altar-Mor foi reparado, incluindo a substituição do tecto.
Estas reparações já se encontram todas liquidadas e importaram nas seguintes quantias:
Reparação do telhado e pinturas exteriores € 23.000, pagos com dinheiro existente na conta da Igreja; Reparação do Altar-Mor €11.000 despesa suportada por um anónimo; E €7.187,30 na substituição das portas de madeira, pagas através de um donativo da Comissão de Compartes dos Baldios da Freguesia do Cadafaz.
Desde já agradecemos a todos aqueles que auxiliaram com donativos o pagamento destas obras, em especial a Comissão de Compartes que desde o início demonstrou disponibilidade em ajudar dentro das suas disponibilidades, nos referidos melhoramentos.
Dado que o corpo central da Igreja apresenta sinais de degradação nas paredes, assim como no tecto, é vontade desta Comissão de Culto proceder ao arranjo e pintura das referidas paredes, bem como, à substituição do tecto daquela área, trabalhos esses que orçam em cerca de €22.000, pelo que, apelamos a todos no sentido de auxiliarem através de donativos que podem ser entregues, aos elementos da Comissão de Culto ou junto do nosso Pároco Ver. Pe. Carlos, a fim de se poder tornar a Igreja Paroquial mais acolhedora.
Pela Fábrica de Igreja, Mário Fragoso
in O Varzeense de 30 de Janeiro de 2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Juventude dos anos 70

Estes são alguns dos jovens que viviam no Cadafaz nos anos 70. Infelizmente o Leonel Henriques já não está entre nós. Digam lá se não tinham muita “pinta”?
Da esquerda para a direita: Leonel Henriques, Casimiro Vicente, Valdemar Nunes e Victor Henriques.

Foto de Cila Nunes

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Folhas Soltas de Cadafaz por A.Silva

Quem foi José Henriques de Almeida
Não pretendo com os meus artigos diferenciar este ou aquele conterrâneo, pois, que todos mediante as suas possibilidades, acalentavam o sonho de engrandecer a sua aldeia.
José Henriques de Almeida, natural desta povoação, foi também um dos que deu um pouco de si em pro da comunidade cadafazense. Tal como os da sua geração, fez parte da exaustiva pesquisa do volfrâmio nesta freguesia do qual nos contava alguns episódios menos felizes. E, na expectativa de melhor futuro seguiu para Lisboa. Empregou-se na C. Carris, foi funcionário no Ministério do Interior entre outras profissões. Foi Presidente da União Recreativa de Cadafaz, fez parte da Assembleia de Freguesia e em 1960 desempenhou o cargo do Posto de C.T.T. de Cadafaz. Em 1985, é nomeado presidente do Rancho de Danças e Cantares da Freg. cuja reorganização e Federação no INATEL foi o seu grande esforço tal como o da sua esposa, não se poupando a tentativas de angariação de fundos desde almoços, passeios e atuações. Pelo que, conseguiram não só apetrechar a Casa de Convívio com utensílios de cozinha e serviços de louça para os banquetes de confraternização e não só. Também a remodelação de roupa e calçado para o rancho foi uma das suas preocupações, o que na altura não era fácil devido aos valores monetários, damos como exemplo o custo de calçado adequado – 350.000$00 – sendo obtido com ofertas apenas 220.000$00. Comprou também instrumentos musicais, como uma concertina no valor de 150.000$00, aparelhagem sonora, etc. Não restam dúvidas que foram os melhores anos de êxitos do Rancho Folc. de Cadafaz. Mas a doença não se compadeceu, pelo que, em 1996, passou o cargo. E em 1997 foi-lhe atribuída a Medalha de mérito do Município de Góis, pelo Sr. Pres. José Cabeças.
Sabemos que os anos passam; as pessoas desaparecem e os seus feitos ficam por vezes incógnitos. Creio que devem ser transmitidos às novas gerações. Só assim eles perdurarão.
in O Varzeense de 15 de Janeiro de 2012

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Convívio do Bodo

Como vem sendo hábito, no final da entrega do Bodo, tem decorrido um almoço/lanche para as pessoas presentes, e este ano, apesar do falecimento do Sr. Armindo Neves, que fez que não houvesse tanta alegria, decorreu na mesma, só não havendo as concertinas durante a tarde.
As sardinhas foram as primeiras a passarem pelas brasas, o Zé António foi o assador de serviço:









Foi unânime que elas estavam muito boas.




A seguir veio a entremeada que também estava muito boa.








E assim decorreu o Bodo 2012.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Entrega do Bodo

No domingo dia 22, pelas 9h30 deu-se início à celebração religiosa com a bênção do pão, do vinho e das castanhas, na Casa do Bodo.

O Juiz e alguns Mordomos

A seguir à misa efetuou-se a tradicional procissão com o andor do Mártir São Sebastião, que costume ser levado pelos mordomos.






De seguida iniciou-se a distribuição do Bodo com as castanhas:







A seguir foi a distribuição do vinho:




Por fim foi a entrega do pão:




Para o ano que vem os mordomos do Cadafaz são: Américo Antunes e José António Gomes. O juiz é Valdemar Nunes.



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Últimos preparativos do Bodo

No sábado à tarde decorreram os últimos preparativos para o Bodo, ou seja cozer as castanhas e receber o pão.
Este ano, o Sr. Mário Domingos ofereceu 80 quilos de castanhas. Como o ano passado foram cozidas na Casa de Convívio, o que levou várias horas. Duas panelas grandes não chegaram para as cozer de uma só vez.


O mordomo José António Gomes esteve encarregue de as cozer.






Era preciso pôr sal:


E provar se já estavam bem temperadas:


O mordomo Albertino Vicente ficou encarregue de receber o pão, que chegou a meio da tarde.




Foi preciso contar os pães, ao todo foram 1750.




Enquanto isso as castanhas continuavam a cozer




Era necessário mexê-las e acrescentar água de vez em quando.





E também prová-las para ver se já estavam cozidas.


Esta ainda está rija, dizia o Zé António.


Prova-la uma ó Filipe:



Uma panela já estava pronta, foi preciso escorrer a água e colocar as castanhas nas cestas.


Voltou-se a encher novamente a panela com água para colocar as últimas castanhas ao lume.







Entretanto a segunda panela também já estava pronta.




O Juiz Albano Henriques veio dar uma espreitadela para saber como estavam a correr as coisas.
Era preciso colocar mais sal.


Eu e o Zé António à espera que a panela estivesse pronta.


Já era noite há algum tempo, quando a última panela de castanhas ficou cozida.




Já na Casa do Bodo: As castanhas, o pão e o vinho, á espera de serem benzidos.


A imagem do Mártir São Sebastião: