sexta-feira, 22 de junho de 2012

Falecimento



Faleceu hoje, dia 22 de Junho, a D. Maria Odete Simões Gaspar.
O funeral realiza-se amanhã dia 23, no Cadafaz, às 15 horas.
À família enlutada os meus sentidos pêsames.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Missa e leilão em honra de Santo António



Decorreu ontem dia 17, no Cadafaz, a missa e leilão em honra de Santo António, padroeiro da aldeia.
No final da missa, que foi celebrada na Capela, seguiu-se o leilão organizado pelo mordomo Albertino Vicente. A seguir foi feito um convívio com as ofertas que foram compradas onde todos comeram e beberam.
Aqui ficam as fotos desses momentos:




















quinta-feira, 14 de junho de 2012

Fotografias aéreas de Góis

Deixo aqui um link de um blogue chamado A Terceira Dimensão - Fotografia Aérea de Duarte Fernandes Pinto, onde são colocadas fotos aéreas de várias localidades de Portugal.
A ligação é de fotos de Góis.

http://portugalfotografiaaerea.blogspot.pt/search/label/G%C3%B3is

domingo, 10 de junho de 2012

Foto de excursão do Rancho em 1988

Mais uma foto de uma excursão do Rancho, para o Festival de Folclore na Voz do Operário, em Lisboa, tirada em Junho de 1988, todos queriam ficar na foto, o/a fotografo/a nem deixou que as pessoas fizessem a tradicional pose.



Da esquerda para a direita: Luís Ventura, Regina Alves ao meu colo, Álvaro Martins, Carlos Batista, Célia Alves.
Agachadas da esquerda para a direita: Cristina e Cila Nunes


terça-feira, 5 de junho de 2012

História do Cadafaz

Quando iniciei o blogue, falei da formação do Cadafaz no seu atual local e coloquei fotos onde seria o Cadafaz Velho. Se quiser ver ou rever o post basta carregar no link:


Encontrei no jornal A Comarca de Arganil, datada de 1904 um artigo onde também fala disso. Aqui fica o texto:
Cadafaz
É bem verdade que o ignorante é o que mais fala.
Nós, incluídos no número dos ignorantes, sem dúvida, vamos ainda hoje e continuaremos enquanto o administrador d ' A Comarca estiver disposto a aturar-nos, mimosear os leitores com meia dúzia de asneiras.
Agora, porém, vamos referir-nos ao Cadafaz, a nossa terra natal, de que ninguém se lembra, a não ser no mês de janeiro ou em véspera de eleições. Por isso, nós, humildes, como o nosso berço, tentamos dizer algumas coisas que têm chegado ao nosso conhecimento.
Toda a gente sabe que a freguesia do Cadafaz pertence ao concelho de Gois, e dizem que em épocas remotas esta freguesia com a de Goes e Colmeal, formavam uma só.
0 que, porém, nos parece fora de duvida, é que a povoação do Cadafaz, é bastante antiga teve seu assento numa encosta um pouco abaixo d'onde hoje se acha a atual, denominada Codeçal ou Cadafaz Velho. A esse respeito parece não haver duvida, pois que ainda há poucos anos quando ali se tiveram umas escavações, foram encontradas candeias de barro e outros objetos que nos fazem crer que tal povoação era do tempo dos romanos, se a arqueologia se não zanga connosco.
Diz a tradição que sendo este sítio muito doentio, resolveram os seus habitantes mudar a povoação para um lugar mais alto a fim de ser mais arejada.
Se realmente, na mudança da povoação, predominou esta ideia, não escolheram mal, porque a atual povoação é bem lavada de todos os ventos, sendo por isso, bastante fria.
Desta freguesia que tem por orago Nossa Senhora das Neves, foram donatários os condes Villa Nova de Portimão.
S. F.
in A Comarca de Arganil de 1 de janeiro de 1904

quinta-feira, 31 de maio de 2012

sábado, 26 de maio de 2012

Alminhas de Virgílio Nunes dos Reis

Estas alminhas, são as primeiras que encontramos, do lado direito, quando chegamos  ao Cadafaz, foram mandadas construir pela família em sua memória.





segunda-feira, 21 de maio de 2012

Folhas Soltas de Cadafaz por A.Silva

Que aconteceu a Cadafaz? Uma povoação cheia de vida, alegria e perseverança. O que aliás ainda tenta persistir na nossa memória, "cuja teimosia não quer deixar esquecer o passado". Porém a realidade é visível, constante e triste, mas não podemos deixar extinguir a luz da esperança e sobrevivência. Já que tanto nos foi legado pelos antepassados, certamente com a intenção de que todas as suas obras e sacrifícios seriam perduráveis.
Mas, tal não está acontecendo, pelo que se torna deveras apreensiva tal situação. Que se passa afinal com a comunidade cadafazense? Com as entidades responsáveis, representantes, autarcas, inclusive as coletividades, enfim, as promessas feitas, adquirir, acabar ou conseguir, que têm passado de ano após ano, como por exemplo: a rede móvel, o tanque para apoio a combate de incêndios, o alcatroamento da estrada Cadafaz-Selade do Braçal, arranjo do lavadouro, além do que se tem deixado retirar, sem qualquer preocupação na sua resolução, benefícios estes essenciais para a população residente e, que certamente já poderiam ter sido contemplados com verbas gastas noutras inaugurações interpoladas, semiesquecidas e inacabadas. Sabemos que nas últimas décadas, muita coisa mudou ou modificou, criando-se títulos cujos pedestais não tinham sido assentes em rocha firme, nasceram ideais de fantasia cor de rosa e feitos fantasmas, (tivemos vários e continuamos a ter) nesta povoação alguma de destaque em notícias - o Lar em Cadafaz, a Quinta Pedagógica, Auditório com ar condicionado e circuito fechado TV-Internet e por último a Confraria na sede de freguesia? …) Olhamos em redor, e que vimos nós? Promessas tendenciosas.
Creio que o nosso, planeta Terra, começou a rodar velozmente, cujo eixo se ressentiu na sua meteórica e vagarosa rotação. Agora que nos reservará o futuro? Quando os valores humanos tem desaparecido e à medida que a comunidade vai diminuindo, vão também sendo esquecidas as obrigações por quem de direito e com deveres ao acompanhamento, valorização e deferência à comunidade ainda existente. Mas quando se observa, a realização de eventos informações de interesse público ou outros, e escolhida determinadas localidades do concelho ou povoação da freguesia - porque - tem mais gente... Como se os poucos, tenham culpa de ser menos, e portanto, não vale a pena!
Também, felizmente tem sido criados vários locais de apoio e informação no Concelho, mas será possível as pessoas terem possibilidade de aí se deslocarem, como... E quantas vezes mesmo no local, no caso de serviços administrativos deparam com acessos inacessíveis para deficientes, escadas sem rampas de acesso. Também as Placas, em locais visíveis dos referidos serviços, fossem de algum benefício, inclusive há serviços que são desconhecidos pelos munícipes que moram fora da vila. Isto talvez pela falta de informação nas localidades. É certo que há uma grande percentagem de idosos, mas não é ir formando uma espécie de muralha em redor de cada aldeia, que se lhes dá alguma réstia de qualidade vida, quer de acompanhamento moral, físico ou intelectual, inclusivamente perdem-se assim os seus conhecimentos adquiridos ao longo da sua existência. Também não é dos gabinetes através do telecomando ou pulseira, o que parece estar a iniciar-se... No entanto, sabemos, que nos últimos anos a solução concentrou-se nos estabelecimentos para idosos (se lhes dou este nome, porque alguns nem sequer são dignos de tal classificação, mas, parece ser hoje uma grande valia para o país, tal o império que se tem que se tem conseguido, em parte, à custa dos indefesos seres humanos, sem voz para reclamarem o modo de tratamento. Não é raro que ao visitar alguns desses locais observamos olhos tristes sem lágrimas, bocas sem sorriso, sabendo-se que entre eles ainda se encontram mentes que podiam ser válidas no seu meio habitacional. Porém, a ausência de meios financeiros e familiares a isso os obriga. Será uma situação no final de vida e feliz? Não creio. Recordo que esta povoação nos anos de 1950/60, teria cerca de 80-100 habitantes acima de 60 anos, o que me faz pensar: haverá hoje idosos a mais, ou a falta de acompanhamento e condições de vida por parte das suas gerações para que possam cuidar deles e dos filhos? Para parte desta solução talvez que as instituições de solidariedade social e humanitárias deveriam incidir mais diretamente entre o idoso, crianças e familiares consoante os casos. Mas, nem sempre acontece e o resultado é abandonar o seu pequeno palácio ou morrer só... Enfim, estamos perante sistemas, ações e ideias demasiado complexas, para as quais, mesmo algum com verdadeira proficiência, dificilmente conseguirá dar solução. – E, são estas e outras situações que nos preocupam em Cadafaz, pelo que, não posso deixar de repetir: Esta não é a aldeia e freguesia que conheci, onde a vitalidade, o diálogo, a cooperação o e interesse, estavam presentes, precisamente o contrário do que hoje se verifica.
Numa altura (segundo o que vimos na imprensa), todos os núcleos das grandes ou pequenas freguesias e aldeias, estão em movimento e interessados numa resolução do seu torrão natal, qualquer que sejam os seus ideais, idades ou categorias... Cadafaz... Que fez... que explicou à comunidade ... Será como habitualmente um assunto unilateral.
- Não pretendo com este meu artigo medir tudo e todos pela mesma "bitola", e muito menos incluir política. A experiência de vida e o caminho percorrido, ensinaram-me a saber separar o trigo do joio, o que continuarei a fazer isenta de hipocrisia ou malabarismo. Concluirei, respeitando uma das versões bastante habitual, "Os que falam... nada fazem". Mas serão esses que ficam aguardando o trabalho dos "calados". Oxalá seja profícuo para bem dos Cadafazenses existentes e vindouros.

Cadafaz, maio de 2012

in O Varzeense de 15 de maio de 2012

terça-feira, 15 de maio de 2012

Mês das sementeiras

Maio é o mês das sementeiras, hoje no Cadafaz, poucos são quem ainda as fazem. Coloco umas fotos para recordar esses tempos, que devem ter sido tiradas há mais de 30 anos.

Foto de Cila Nunes

Foto de Cila Nunes


Havia sempre tempo para “matar o bicho” e descansar.

Foto de Cila Nunes