terça-feira, 16 de abril de 2019
sábado, 13 de abril de 2019
Foto tirada em 1961 ou 1962
Foto tirada em
Setúbal no ano de 1961 ou 1962. Da esquerda para a direita: Arminda Silva e
Maria Alice Martins.
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| Foto de D. Arminda Silva |
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quinta-feira, 4 de abril de 2019
domingo, 31 de março de 2019
Folhas Soltas de Cadafaz Por A. Silva
REVER-RELEMBRANDO
“Em Fevereiro de 1941 o País foi
atravessado por um ciclone terrível, em que houve imensos estragos. Vistos e
ponderados os estragos foi enviado requerimento a solicitar ajuda para a
reconstrução da Ponte da Sandinha sobre o rio Ceira, pelo que foi cedida a
verba de 11.000$00. Sendo também adquirida a verba de 4.000$00, na venda de
cepas.
Neste ano foi nomeado Manuel
Francisco Jorge, para Delegado da Comissão Base XL -Lei 1971 de 5-6-1938,
referente ao perímetro de Góis submetido ao Regime Florestal.
Procedeu-se também à distribuição
da verba respeitante ao Imposto Braçal, assim distribuída: Cadafaz - 290$00,
Candosa - 150$00 - Capelo - 150$00, Sandinha - 180$00, Cabreira - 250$00,
Tarrastal e Relvas - 150$00, Mestras - 150$00,
Corterredor - 180S00, e pagamento de um carimbo para Escola 10S00.
É feito um voto de louvor a
Manuel Martins dos Santos por ter cedido a sala da sua casa para reuniões da
Junta de Freguesia... Nota: Esta situação foi idêntica a mais presidentes.
Em 1944, deve ter havido mudança
de elementos da junta sendo nomeado Presidente Guilherme Simões Alves até 1974.
Como era habitual havia em cada
povoação - uma pessoa que fiscalizava e orientava os trabalhos e reparações dos
caminhos (exemplo que devia ser seguido atualmente) - por isso recebia uma
gratificação, assim foi feita a seguinte distribuição: Manuel Francisco Jorge -
500$00 -Cadafaz, Cipriano Serafim Ramos - 130S00 - Candosa, António Marques de
Almeida - 120S00 - Capelo, Joaquim Francisco Alves Muro - 140S00 - Sandinha,
Casimiro Rodrigues Alves - 220$00 – Cabreira, António Afonso Neves - 120$00 -
Tarrastal, Alcindo Alves - 120$00 - Mestras, Luís Gonçalves Almeida - 150$00 - Corterredor.
Verbas também provenientes da jeira braçal e venda de cepas. Daí as
consequências, sobre a guerra dos carvoeiros...
Em, 1945, a velha Escola sofreu
as primeiras modificações em virtude da anterior criação de escola mista já
estar a funcionar num edifício para tal edificado oferta de um benemérito da
Freguesia J.D.A.B. em 1922. Assim o anterior edifício foi para obras,
pagando-se a Manuel Francisco Jorge a importância de 500$00, foi adaptado a
sede da Junta de Freguesia e Registo Civil.
Em 1971 foi inaugurado outro
edifício Escolar com condições adequadas, poucos anos funcionou tal como os
restantes devido à falta de alunos. Passado anos o edifício onde funcionou o
Registo Civil, foi de novo recuperado e modificado pelo então atual Presidente
Virgílio Nunes dos Reis, 1974- 1997, funcionando com instalações da Junta de
Freguesia - Posto Médico - Posto do Registo Civil e Sala de Estar. Seguiram-se
outras entidades na Junta de Freguesia, Prof. Daniel Neves até 2005 e Casimiro Alves
Vicente até 2013. Também estes, idealizaram alguns feitos, mas os essenciais à
comunidade foram perdidos. Como o Posto Médico, Caixa do Correio, Serviços aos
utentes na povoação etc.
Note-se que embora só mencione a
Junta de Freguesia após a Separação Igreja-Estado, a verdade é que continuou
uma grande interligação entre as outras Entidades como a Junta da Paróquia,
(atual Fábrica da Igreja) Liga de Melhoramentos, Associações Recreativas
inclusive as Entidades das Freguesias vizinhas e a comprovar depararmos com
informações, convites, etc.
Eis este curioso... “Em 14 de Agosto
de 1938, foi recebido um ofício do Colmeal nesta Junta de Freguesia - Em face
dos desentendimentos entre os habitantes desta e daquela freguesia, na parte
que limita esta povoação com a do Carvalhal, foram esta e aquela Junta no dia
13 do corrente proceder à sua demarcação que assim ficou determinado: Partindo
da Ribeira do Carvalhal de junto à fazenda do Carteiro pelo viso da Penitencia
até ao Fojo, estrada que liga esta ao Carvalhal, partindo dali aos Cadavais
entre as duas levadas que vem do Sardão onde se encontram os respetivos marcos
seguindo dali pela parte da estrada do Rebolo à Ribeira do Sardão e nesta nos
castanheiros que pertencem aos herdeiros de Joaquim Francisco, pelo viso da
Beliteira onde estão ao marcos, seguindo dali à encosta ao barroco da
Tarrastosa, junto a estrada e segue a linha da serra. CONCLUINDO: O meu resumo
histórico já vai longo, e o presente já não tem história para eu contar...
talvez que os vindouros ainda encontrem, algo que lhes mereça a atenção que
estes me mereceram. Talvez também porque ainda conheci ou conheço ainda alguns
destes grandes Cadafazenses, pretendo
que seja este um preito de homenagem
publicando pequenos resumos do seu profícuo trabalho, em épocas e locais quase
remotos, sem verbas onerosas, sem meios de comunicação. Também esta publicação
só é possível graças a quem teve a feliz ideia de recortar e guardar artigos há
muito publicados na Imprensa e outros apontamentos; pessoais que eu com o
devido respeito pelos intervenientes, e por Cadafaz muito agradeço.
Cadafaz, 2018
in O Varzeense de 15/03/2019
sábado, 30 de março de 2019
Mudança de hora
segunda-feira, 25 de março de 2019
Monumento ao Imaculado Coração de Maria Está a Ser Construído no Cadafaz
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in O Varzeense de 15/03/2019
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Um grupo de Cidadãos da Ex - freguesia
do Cadafaz decidiu aderiu ao projeto “Grupo da Imaculada” que promove a
Consagração solene das terras com todos os seus lares, ao Imaculado Coração de
Maria.
Como marco dessa Consagração serão
construídos por todo o mundo Monumentos de tipo uniformizado e de modelo único,
onde ficará a Imagem de Nossa Senhora, doravante designada, Rainha dessa terra!
Neste sentido, o Grupo do Imaculado
Coração de Maria já iniciou a obra para a construção do Monumento no Cadafaz.
Tal como informou ao nosso jornal o
sr. Casimiro Alves Vicente, um dos responsáveis pelo Grupo, “este sonho já
despertou há cerca de 15 anos, em algumas pessoas da ex - freguesia de Cadafaz,
mas só agora no princípio de 2019 é que teve o seu início.”
Em conversa com o nosso
jornal, Casimiro Vicente aproveitou para “agradecer às pessoas que ofereceram o
terreno para a construção do monumento, tais como: Maria Amélia Alves Martins,
Herdeiros de Manuel Martins Simões, Herdeiros de Manuel Alves Gaspar, José
Martins Alves, Armindo Fernandes Vidal, Casimiro Alves Vicente, Herdeiros de
Fernando Ferreira e aos Herdeiros de Albano Nunes dos Reis”. Continuou
agradecendo o “apoio monetário do Concelho Diretivo da Assembleia de Compartes
dos Baldios da Freguesia de Cadafaz e o apoio com a pá carregadora à Câmara
Municipal de Góis”.
Informou ainda que “para concluir esta obra, que tem
uma previsão de despesa a rondar o valor de 8500 euros, ainda nos falta muito
apoio monetário” e “apelamos à boa vontade de todos para que esta obra ainda
possa ser inaugurada durante o ano 2019”.
Terminou Casimiro Vicente informando que “nos
dias 20 e 21 de abril (sábado e domingo de Pascoa), o Grupo da Imaculada vai
realizar um peditório pela Ex freguesia do Cadafaz”.
Quem pretender também pode contribuir
com o seu donativo entregando-o à Fábrica da Igreja da Paroquia do Cadafaz,
entidade que faz a gestão pecuniária do projeto e a correspondência e resolução
de questões relacionadas, será endereçada a Casimiro Alves Vicente, Esporão -
3330 — 235 Góis.
in O Varzeense de 15/03/2019
terça-feira, 19 de março de 2019
Textos Avulso por David de Santa Cruz
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| in O Varzeense de 15/03/2019 |
Firme e frágil
Na minha demanda por
querer ser mais, saber e fazer, ansiava pelo dia em que, tal como uma vez ouvi
a minha professora de estágio dizer "Cometi um pequeno abuso de
poder." Não que ansiei por poder e controlo nos outros, no entanto também
nunca gostei que mandassem em mim. Somos livres. Ter poder, ou pelo menos a sua
noção parecia-me atraente pela simples ideia de não ter de dar justificações a
ninguém. Ah, foi aqui que me deparei com o abismo. As pessoas nunca tem o
poder. Só a sua mera ilusão. E aqui está o verdadeiro segredo: as pessoas não o
querem. A responsabilidade de ter o poder é demasiado grande para suportar. É
por isso que são todos tão rápidos a entrar nas fileiras quando alguém assume o
comando. As pessoas querem que lhes digas o que fazer. As pessoas anseiam por
tal feito. E é aí que se perde. As pessoas esquecem-se que nada é verdade. Que
o que é real e o que é verdade muitas vezes são coisas diferentes. Encara-lo é
reconhecer que as nossas fundações e constructos são bastante frágeis. Quer as
cobaias sejam nós, os outros, as nossas amizades, relacionamentos, estilos de
vida e mesmo sociedade. Todas elas prontas para ruir a qualquer momento, caso o
impacto seja forte o suficiente. Poderemos nunca ser capazes de impedir tal
impacto, mas não obstante de tal facto temos de estar preparados para agir e
reagir na sua chegada. É por isso que devemos procurar ser pastores e não
ovelhas, quanto muito cães guarda para defender as ovelhas quando os pastores
não se sentirem aptos para tal, tão frágeis como todos os outros.
Outro esquecimento
muito comum é o que tudo é permitido. Somos os arquitetos das nossas vidas e
como tal temos de ser capazes de encarar as suas consequências sejam elas
gloriosas ou trágicas. Vamos parar de atribuir a culpa a terceiros e a eventos
que nos transcendem. Sim sim, tens razão, a vida atira-nos muita areia para a
cara mas nunca nos impede de a lavarmos. Que somos capazes de ser dois
extremos, opostos em todos os sentidos, ao mesmo tempo. E essa linha que separa
esses opostos é muito ténue, tão ténue que muitas vezes nos deparamos com
escolhas difíceis. O querer ou não querer. Contraditoriamente, um paradoxo. E
por serem tão difíceis essas escolhas, muitos de nós preferem não toma-las,
deixam o tempo passar, esperando que a vida as faça por elas... Ou um outro.
Ter esse poder de escolha pode ser realmente aterrador. Então como é que
havemos de abrir os olhos e sair dessa ilusão? É que a mim disseram que não existia
vacina para isso.
quinta-feira, 14 de março de 2019
Foto tirada em 2006
Foto tirada em
Castanheira de Pera no ano de 2006. Da esquerda para a direita: Albertina
Fragoso, Isilda Martins, Luciano Nunes Reis e Silvério Martins. Ao fundo Maria Alice
Martins
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| Foto de D. Arminda Silva |
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quinta-feira, 7 de março de 2019
domingo, 3 de março de 2019
Foto tirada no Santo António
Foto tirada no Santo António, na
primeira fila, da esquerda para a direita: rapaz, ? rapaz?, senhor? Beta Nunes,
Mena “Americana”, rapaz? , Celeste Costa, Maria Amélia Lopes, rapaz? e Cila
Nunes.
Na segunda fila: Mário Nunes, rapaz?,
rapaz ?, rapaz?, Augusto Fragoso, rapariga?, rapaz?, Albano Nunes dos Reis, Serafim Brás,
José Alves, Hipólito Brás Neves?, senhor? Na última fila em pé: Casimiro
Gaspar, Virgílio Nunes dos Reis, senhor?,
Padre Sertório e Luciano Nunes dos Reis.
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| Foto de Cila Nunes |
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