segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
domingo, 5 de janeiro de 2020
Textos Avulso por David de Santa Cruz
![]() |
![]() |
| in O Varzeense de 30.12.2019 |
Aqui fica o texto:
Fogo, Terra, Ar e Água.
Confesso que o conceito destes quatro
elementos sempre me fascinou, justamente por tão “pouco” ser capaz de ser tanta
coisa. E com isto de os atribuir às pessoas que vou conhecendo. O Fogo é o
elemento do Poder, as pessoas deste elemento possuem desejo e força de vontade,
juntamente com a energia e a motivação para alcançarem aquilo que querem. A
Terra é o elemento da Substância, as pessoas da Terra são diversificadas e
robustas, de cabeça dura, persistentes e resistentes. O Ar é o elemento da
Liberdade, estes “nómadas” sabem que tal como o ar, a vida percorre por muitos
lugares, aprendendo assim a se desprenderem das preocupações mundanas e a
encontrar paz e conforto na liberdade e todas as suas possibilidades. Água é o
elemento da Mudança, as pessoas desta tribo são capazes de se adaptar a muitas
coisas, possuindo um profundo sentido de comunidade e amor que os segura e
empurra sobre tudo. Agora, se ouvires com força o suficiente, serás capaz de
sentir todas as coisas vivas a respirarem em conjunto, serás capaz de sentir
todas as coisas a crescer. Vivemos todos juntos, mesmo que a maioria de nós não
aja como tal. É importante procurar e retirar conhecimento de vários sítios. Se
só o fizeres de um único sítio, irás te tornar rígido, inflexível e
ultrapassado. Perceber os outros, os outros elementos, e, as outras pessoas,
irá te ajudar a tornar-te são e completo. Todos temos as mesmas raízes, todos
somos ramos da mesma árvore. Estamos todos ligados, tudo está conectado. Isso
mesmo! Até a separação dos quatro elementos é apenas uma mera ilusão. Se
abrires a tua mente irás ver que todos os elementos são um. Todos dependemos
desse equilíbrio. Criámos uma época de medo nos nossos mundos, se realmente os
queremos mudar temos de os substituir por uma época de paz e gentileza.
Primeiro, tens de ser capaz de trazer esse equilíbrio a ti próprio antes de
seres capaz de fazer com o mundo. Não serás capaz de lidar com esses relâmpagos
enquanto não souberes lidar com essa revolta que existe no teu interior. A vida
é uma bagunça e as coisas tendem a cair aos bocados, bloqueando a corrente.
Mas, se tu limpares esses bocados e desimpedires a corrente, a energia fluí.
Preocupaste e receias pelas tuas vivências, mas tens de ser capaz de renunciar
esses medos. Deixa com eles fluam pela corrente fora. Agora, olha para tudo
aquilo pelo qual te culpas, todo esse peso que carregas. Do que te acusas?
Simplesmente aceita a realidade que essas coisas acontecem, mas não deixes com
que elas enevoem e envenenem a tua mente e visão. Se realmente queres ser uma
energia e influência positiva neste mundo, tens de ser capaz de te perdoares.
Do que tens vergonha? Quais são os maiores arrependimentos em ti mesmo? Tens de
te libertar desse sentimento de vergonha se queres com que essa raiva
desapareça. O orgulho não é o oposto da vergonha. O verdadeiro antídoto para a
vergonha é a pura humildade. Solta toda essa dor e tristeza que acartas em ti.
De facto, passaste por grandes perdas, mas o amor é uma forma de energia que
gira em toda a nossa volta e que ainda está presente no teu coração, renascendo
assim, na forma de um novo amor. A seguinte, é a energia do som e da tua
garganta. Lida com a verdade e é bloqueada por mentiras, aquelas que dizemos a
nós mesmos. Lembra-te, tu não podes mentir sobre a tua verdadeira natureza.
Medita sobre aquilo que te prende a este mundo. Quero que te liberte deles, que
as deixes fluir pela corrente abaixo, esquecidas. Tens em ti, juntamente com
toda esta vontade, o poder para trazer equilíbrio. O tempo de lutar e mudar é o
agora.
sábado, 14 de dezembro de 2019
sábado, 7 de dezembro de 2019
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
Textos Avulso por David de Santa Cruz
![]() |
| in O Varzeense de 30.11.2019 |
Passado, presente, futuro.
Estes últimos tempos têm sido, no
mínimo, engraçados. Foram dias complicados. O meu espírito encontrava-se
destroçado. Cheguei à conclusão que muitas das coisas pelas quais lutei neste
último ano mostraram-se becos sem saída e não me satisfaziam. Not originaly
what I had in mind. E com isso deixei de acreditar naquilo pelo qual lutava. E
com isso deixei de acreditar em mim. Perdi o norte, não conseguia encontrar
sentido nas minhas ações. A minha auto estima, confiança e força de vontade
bateram no fundo do poço. Não me lembro o quão fundo era esse poço, lembro-me
apenas da escuridão imensa pela qual estava rodeado. Foram dias verdadeiramente
insuportáveis. As noites eram o pior, quando me encontrava comigo mesmo, o
escuro e as paredes do quarto. As insónias tinham voltado com a força toda,
independentemente do quão cansativo fosse o meu dia. Mas nesta fase percebi o
quão realmente belas eram as relações platónicas que tinha construído ao longo
da minha vida. A intimidade e a proximidade que nelas encontrava demonstraram
ser das formas de amor mais puras que nela possuía. E esse amor começou a ser a
minha lanterna a cada passo que dava nessa imensa escuridão. À noite, enquanto
percorria os sombrios caminhos da minha mente começaram a aparecer memórias de
uma vida passada. Coisas que já me tinha esquecido ao tempo. O David que queria
ser veterinário, do David que jurava a pés juntos que nunca iria fumar, do
David que acordava de manhã, abria a porta da marquise para soltar o gato e
corria de maneira desastrada e sonolenta para a cama dos pais para dormir mais
uns 30 minutos antes de ir para a escola. Isso eram outros Davids, Davids que
já cá não estão. Mas a cada memória, a cada recordação, foram-me mostrando a
saída, aos poucos. Existiram outros Davids, antes de existir este David que
tenho à minha frente. Eles estão vivos, eles estão comigo, somos um só. Durante
esta fase obriguei-me a escrever bastante, mesmo sem me ler ninguém. Escrevemos
sempre para alguém, mesmo quando escrevemos para ninguém. Este texto... Escrevo
para mim mesmo. Para que o futuro eu não se esqueça que eu existi, eu e todos
os outros eus que vieram antes de mim. Prazer David.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
Almoço do 57º aniversário da União Recreativa do Cadafaz
No dia 30 de novembro a União Recreativa
do Cadafaz festejou o 57º aniversário com a realização de um almoço, no
Cadafaz. Mais uma vez a Casa de Convívio voltou a encher.
Aqui ficam as fotos:
Poderão ver mais fotos no blogue da
União.
Etiquetas:
Fotos,
União Recreativa do Cadafaz
terça-feira, 12 de novembro de 2019
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Torresmada e magusto da União Recreativa do Cadafaz
No dia 2 de novembro, a União Recreativa
do Cadafaz realizou a torresmada e magusto, no Cadafaz. Estiveram presentes no
almoço 110 pessoas. Foi um dia muito bem passado onde reinou sempre a boa
disposição.
Aqui ficam as fotos:
Poderão ver mais fotos no blogue da
União.
Subscrever:
Mensagens (Atom)











































































