O funeral realiza-se, no cemitério do Cadafaz, na sexta-feira dia 29 de janeiro, pelas 11h.
À família assim como aos restantes familiares os meus sentidos pêsames e muita força neste momento difícil.
Nome % Votos Votos
Marcelo Rebelo de Sousa 75,00 % 72 votos
Ana Gomes 9,38 % 9 votos
Marisa Matias 5,21 % 5 votos
André Ventura 4,17 % 4 votos
Vitorino Silva 4,17 % 4 votos
João Ferreira 1,04 % 1 voto
Tiago Mayan Gonçalves 1,04 % 1 voto
Em branco 2,02 % 2 votos
Nulos
1,01 % 1
voto
in https://www.presidenciais2021.mai.gov.pt/resultados/territorio-nacional
Aos poucos o monumento ao Imaculado Coração de Maria vai ganhando forma, o espaço terá duas áreas, uma de oração e uma de lazer onde serão colocados bancos. Foram plantados lauros e 8 camélias brancas que representam cada aldeia da freguesia do Cadafaz, o chão foi coberto de areia.
Aqui ficam as fotos:
A Comissão organizadora do Bodo de 2021 vem por este meio comunicar que devido à pandemia da Covid-19, o Bodo não se irá realizar na data prevista para o próximo mês de janeiro, sendo este adiado para uma data a definir futuramente.
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| in O Varzeense de 15/11/2020 |
Reinvenção da Escrita
A prática faz o mestre. É por isso que
decidi sentar-me a escrever às duas da manhã. Tenho-me deparado bastante com a
escrita, a minha escrita e a escrita no geral. O que é a escrita? A escrita é
capaz de ser das artes que pode demorar mais tempo a processar e interiorizar
devido à sua grande extensão. A escrita é capaz de arte com apenas uma palavra
ou frase, se conseguires molda-la para tal. A escrita é uma arte árdua,
cansativa e até por vezes aborrecida. É complicada, as pessoas podem não
perceber a tua letra, as tuas palavras, a tua língua e até mesmo onde queres
chegar. A verdadeira escrita é abstrata, não faz sentido, é uma arte quase
morta, com cada vez mais estímulos à nossa volta torna-se mais difícil focar a
nossa atenção numa única ação. Mas será que a escrita pode ser considerada
arte? Uma imagem vale mais do que mil palavras, um filme resume um livro de
quinhentas páginas e por muito que goste de escrever sei que prefiro mil vezes
falar. Deparei-me com estas e muitas questões ao longo das últimas semanas.
Será que a escrita vale mesmo a pena? No fundo, simplesmente tenho medo. Mas a
verdade é que ao pensar nisto tudo, existe algo que também não se pode negar. O
início da “História” do ser humano foi a invenção da escrita, aquilo que não é
escrito nunca existiu, e arte é aquilo que nos faz sentir PONTO! Aquilo que se
entranha forte cá dentro. Quero continuar a escrever sobre um mundo de contos,
aquilo que sinto e das coisas que não fazem sentido… quero continuar a
escrever. Com a escrita posso não ser capaz de mudar o mundo, mas sei que
consigo tocar no fundo. Estive adormecido, este é o meu grito ao mundo, eu sou
escritor, eu crio mundos. Não que com isto esteja a dizer que a escrita é a
arte superior a todas as outras, como disse anteriormente, tudo depende de como
a moldarmos. E é por isso que eu quero continuar a escrever até chegar ao ponto
em que qualquer diferença esta a minha escrita e a arte seja quase inegável.
Vemo-nos na meta.
Nunes
Alexandre, “Parentalidade”, in Start&Go, nº32, Outubro 2020, pp 51 em https://www.startandgo.pt/m/pt/article?id=1783&name=REVISTA-DIGITAL-N-32-OUTUBRO-2020