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terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

Convívios dos anos 60 ou 70.

As duas primeiras fotos devem representar almoços da União Recreativa do Cadafaz nos anos 60 ou 70. Fotos de Paula Pina.

Foto de Paula Pina

Foto de Paula Pina

Foto de Paula Pina

Ti Júlia Henriques. Foto de Paula Pina

Foto de Paula Pina


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Procissões

 As fotos de hoje são de procissões realizadas na festa de Agosto. As fotos são da Paula Pina.

                                                                    Foto de Paula Pina
 

                                                                    Foto de Paula Pina

                                                                     Foto de Paula Pina

                                                                    Foto de Paula Pina

quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

𝗢 𝗰𝗲𝗻𝘁𝗲𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗼 𝗱𝗼 𝗻𝗮𝘀𝗰𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗼 𝗧𝗲𝗻𝗲𝗻𝘁𝗲-𝗖𝗼𝗿𝗼𝗻𝗲𝗹 𝗔𝗺𝗲́𝗿𝗶𝗰𝗼 𝗔𝗹𝘃𝗲𝘀 𝗠𝗮𝗿𝘁𝗶𝗻𝘀

 

Foto de Carlos Martins

Ontem dia 28 de dezembro celebrou-se o centenário do nascimento do Tenente-Coronel Américo Alves Martins, seu neto, Carlos Martins, homenageou-o com um texto que transcrevo:

propósito do centenário do seu nascimento, proponho aqui relembrar a vida singular e extraordinária do Tenente-Coronel Américo Alves Martins, um ilustre Regionalista.

A 28 de Dezembro de 1922 nascia Américo na freguesia do Cadafaz, Góis, filho de Generosa dos Prazeres e José Maria, a meio do hiato de Paz que intermediou as duas Grandes Guerras que assolaram o continente europeu durante o século XX. Cedo ingressou no Seminário de Coimbra, uma das poucas formas possíveis de fugir ao analfabetismo e à vida árdua da lavoura e do trabalho nas minas de volfrâmio. Não chegaria, porém, a concluir os estudos teológicos e casou a 5 de Abril de 1948 com Elvira, natural de Aveiro, com quem teve um filho, José António.
Foi no Exército Português por que conheceu o mundo, numa altura onde a globalização se fazia ainda no contexto dos limites do império português ultramarino, com longas e duras viagens. Fez várias comissões de serviço nas colónias portuguesas da altura, incluindo na Índia, em Moçambique e na Guiné. Teve uma carreira distinta como militar, tendo atingido o posto de Tenente-Coronel e obtido várias condecorações e louvores. Já em Portugal, exerceu o cargo de comandante do Batalhão da Graça e do Quartel de Adidos, em Lisboa. Em Águeda, foi também docente no Instituto Superior Militar.
E foi precisamente na Guiné onde foi 2º Comandante da PSP que alargou as actividades para a área da comunicação, sendo Director do Programa de rádio das Forças Armadas. Posteriormente, já na área do jornalismo, foi responsável pelo “Notícias da Guiné”, correspondente da agência de notícias “Lusitânia” e correspondente do jornal “A Bola”; chegou ainda a ser Presidente da Comissão Provincial de Árbitros. Em Moçambique, foi repórter desportivo do Diário de Lourenço Marques. Ao longo de toda a sua vida nunca esqueceu as suas raízes, colaborando como distinto cronista em jornais regionais como A Comarca de Arganil, Jornal de Arganil e Jornal O Varzeense.
Apesar de ter abraçado o mundo em inúmeras viagens, sendo um actor global em tempos de grandes limitações de liberdade e comunicação, sempre se caracterizou por uma enorme defesa da sua região, abraçando o movimento Regionalista que já naquela época apelava à descentralização como forma de promoção do desenvolvimento local, dotando as regiões mais afastadas dos centros de decisão de capacidade para alcançar o seu máximo potencial. A defesa acérrima e indefectível da sua região foi mais tarde concretizada tornando-se Presidente da Liga de Melhoramentos da Freguesia do Cadafaz e da União Recreativa do Cadafaz, levando à sua terra a sua visão do movimento Regionalista que em Portugal teve o seu início entre o fim da I República e o início do Estado Novo.
Após o seu desaparecimento a 10 de Março de 1993 as gentes do Cadafaz prestaram um tributo ao seu ilustre filho da terra, erguendo um busto à entrada da localidade que perpetua a sua memória.

in https://www.facebook.com/badmartins

domingo, 11 de setembro de 2022

Recordando D. Maria Francelina Fernandes de Almeida Lopes Nunes

No dia 2 de outubro de 2005, na Embaixada da Guiné-Bissau, em Bissau, a D. Francelina elevou o Cadafaz e Portugal ao mais alto nível, recebendo a condecoração de Oficial da Ordem de Mérito com que foi agraciada pelo então Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio. Passo a transcrever um texto publicado na Comarca de Arganil, Nº11577, de 10/11/2005:

Conterrânea agraciada pelo Presidente da República
No dia 2 de outubro de 2005, na Embaixada da Guiné-Bissau, em Bissau, onde reside, recebeu a condecoração de Oficial da Ordem de Mérito com que foi agraciada pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, a nossa conterrânea Maria Francelina Fernandes de Almeida Lopes Nunes.
Para partici­par na cerimó­nia deslocaram-se aquele país africano de lín­gua oficial por­tuguesa, a con­vite da homenageada, a sua irmã Adelaide de Almeida Nu­nes, sua nora dr.ª Madalena Nora Nunes e seu cunhado coronel Luciano Lopes Nunes, tendo na opor­tunidade usado da palavra o embaixador dr. José Manuel Paes Moreira, para enaltecer as qualidades da agraciada, tendo a seguir sido lido o tex­to da proposta de agraciamento, no qual se destaca que sendo Franceli­na Nunes a sócia maioritária da empresa Nunes & Ir­mão, fundada em 1928, e a mais antiga da Guiné-Bissau, «durante e após a guerra ci­vil de 1998-99, apesar da to­tal paralisação da actividade económica, inicialmente, e da sua redução drástica ou es­tagnação, depois, nunca os funcionários da Nunes & Ir­mão deixaram de receber os seus salários».
A proposta de agradeci­mento refere ainda que a Nunes & Irmão «constitui um marco da presença portugue­sa na Guiné-Bissau que nos dignifica, pela seriedade, ri­gor e respeitabilidade que caracteriza a sua actuação do ponto de vista empresarial, mas também pelo comporta­mento individual dos seus dirigentes ao longo das três gerações da família Nunes, que evidenciaram elevada estatura moral, capacidade de inserção na sociedade lo­cal, generosidade e coragem, tendo estas últimas qualida­des ficado bem expressas durante o conflito iniciado a 7 de Junho de 1998 e, em particular, sido exibidas pela Senhora D. Francelina Nu­nes, ao tomar a decisão de ficar em Bissau quando eclodiu a guerra civil».
Considerando que a famí­lia Nunes constitui um bastião da presença portu­guesa na Guiné, onde os portugueses obtiveram refú­gio no período inicial do con­flito na Guiné-Bissau, o docu­mento refere ainda outros serviços prestados, particular­mente por Francelina Nunes, que elevando Portugal foi por isso agraciada pelo Presiden­te da República.
Finda a leitura do texto da proposta de agradecimento foi a cerimónia de imposição da condecoração a Franceli­na Nunes, seguindo-se um jantar na Embaixada de Por­tugal, onde além dos filhos e dos convidados participaram ainda representantes portu­gueses na Guiné-Bissau para a área da Cooperação e da Cultura.
Natural do Cadafaz, viúva o também nosso saudoso conterrâneo Artur Alberto Lopes Nunes e filha dos também saudosos António de Almeida e Adelaide Fernan­des de Almeida, Francelina Nunes é mãe do dr. Miguel Lopes Nunes e Alexandre Lopes Nunes, ambos empre­sários estabelecidos na Guiné-Bissau.
A firma Nunes & Irmão foi criada em Bissau em 1927 pelos irmãos Gentil Lopes Nunes (já falecido e sogro de Francelina Nunes) e Artur Lopes Nunes, naturais do Cadafaz, e este contando já a bonita idade de 96 anos, reside em Carcavelos e sen­tiu-se emocionado e orgulho­so pelo reconhecimento, na pessoas de um seu familiar, do Presidente da República e pela casa que ajudou a criar e espera continue por muitos anos na Guiné-Bissau.

in Comarca de Arganil, Nº11577, de 10/11/2005



quinta-feira, 11 de março de 2021

Almoço convívio

Numa altura em que todos nós estamos com saudades dos convívios e desejando que o dia em que os possamos voltar a fazer chegue depressa, nada melhor que recordar. Este almoço convívio realizou-se em agosto de 2013.


















quarta-feira, 13 de maio de 2020

Dia de festa

A foto de hoje foi tirada no dia da festa anual. 
Da esquerda para direita: Alfredo Caetano, Generosa Alves, Cila Nunes, Arminda de Jesus Alves Martins, José António Martins, Elvira Martins e Celeste Vidal.

Foto de Cila Nunes


quarta-feira, 6 de maio de 2020

As jovens

Da esquerda para a direita: Clementina Simões Paulo, Margarida Simões Paulo e Cila Nunes.

Foto de Cila Nunes


sábado, 25 de abril de 2020

Sessão de esclarecimento em 1974

Esta foto foi tirada numa sessão de esclarecimento, dada pelo Sr. Carvalho, depois do 25 de Abril de 1974.
As pessoas que reconheço são as seguintes:
Da esquerda para a direita: Albano Nunes dos Reis, José Alves, Armindo Neves, Artur Neves?, Hipólito Brás Neves e Alcides Neves.
Ao fundo à esquerda: Mário Nunes, Francelina Nunes e Arminda Almeida.

Foto de Cila Nunes


quarta-feira, 15 de abril de 2020

Volta do Carro


Foto tirada na Volta do Carro.
Da esquerda para a direita: Arminda Alves Martins Nunes, Leontina Neves, Auxilia Neves, esposa do Sr. Joaquim Neves e Fátima Neves.


Foto de Cila Nunes


sexta-feira, 3 de abril de 2020

Foto tirada no Santo António


Foto tirada no Santo António

Da esquerda para a direita, agachados: Benjamim Almeida, Albano Nunes dos Reis e Manuel Martins dos Santos.
Em pé: Mário Folgosa, José Braz, Serafim Brás, António de Almeida, Augusto Fragoso,
e Manuel de Almeida.

Foto de Cila Nunes


domingo, 29 de março de 2020

Fotos

Recordamos 3 pessoas do Cadafaz.
As fotos são da D. Arminda Silva.


Foto tirada em outubro de 2001:
Sr. António de Almeida e Sr. Mário Domingos



Foto de 2003:
Sr. Mário Domingos e Joaquim António Alves





sábado, 13 de abril de 2019

Foto tirada em 1961 ou 1962

Foto tirada em Setúbal no ano de 1961 ou 1962. Da esquerda para a direita: Arminda Silva e Maria Alice Martins.

Foto de D. Arminda Silva


quinta-feira, 14 de março de 2019

Foto tirada em 2006

Foto tirada em Castanheira de Pera no ano de 2006. Da esquerda para a direita: Albertina Fragoso, Isilda Martins, Luciano Nunes Reis e Silvério Martins. Ao fundo Maria Alice Martins


Foto de D. Arminda Silva

domingo, 3 de março de 2019

Foto tirada no Santo António

Foto tirada no Santo António, na primeira fila, da esquerda para a direita: rapaz, ? rapaz?, senhor? Beta Nunes, Mena “Americana”, rapaz? , Celeste Costa, Maria Amélia Lopes, rapaz? e Cila Nunes.
Na segunda fila: Mário Nunes, rapaz?, rapaz ?, rapaz?, Augusto Fragoso, rapariga?,  rapaz?, Albano Nunes dos Reis, Serafim Brás, José Alves, Hipólito Brás Neves?, senhor? Na última fila em pé: Casimiro Gaspar, Virgílio Nunes dos Reis,  senhor?, Padre Sertório e Luciano Nunes dos Reis.

Foto de Cila Nunes


domingo, 24 de fevereiro de 2019

Foto tirada em 1960


Foto tirada no Colmeal no ano de 1960. Da esquerda para a direita: Albano Nunes Reis, Augusto Silva, Virgílio Nunes Reis, Gentil Nunes, Manuel Marques, Albano Rodrigues e José Simões Paulo.


Foto de D.Arminda Silva

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Foto tirada no Carvalhal

A foto foi tirada no Carvalhal do Sapo no dia 24 de junho de 1956, pela festa de São João.
Da esquerda para direita em pé: Laura Simões, Lucinda Gaspar da Cruz, Lucinda Gaspar, Maria Alice Alves, Arminda Silva. Agachados: Belmira Alves, Casimiro Gaspar da Cruz, Maria de Lurdes Simões.

Foto de Arminda Silva




segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Carnaval de 1982

O texto de hoje foi publicado num jornal regional a 4 de março de 1982 e fala dos festejos do Carnaval por um grupo de foliões do Cadafaz.
Aqui fica o texto para recordar esse Carnaval de 1982:

CADAFAZ
O CARNAVAL, AFINAL, AINDA NÃO MORREU…
Pois é. Os cadafazenses resolveram continuar a manter a tradição de brincarem no Carnaval, recusando-se a admitir sequer que o Rei Momo e a sua corte se tenham mudado para outras paragens. A desmentir o tempo, muito instável, com períodos de chuva, frio e até com boas abertas com temperatura amena, no Cadafaz brincou-se talvez de uma maneira singela, é certo, mas, por isso mesmo, com genuína alegria e cordealidade.
No sábado, depois de inauguradas as cerimónias de abertura dos festejos, resolveu-se ir à vizinha povoação da Cabreira levar num vaso nocturno uma certa mistela não odorosa mas doce; e, assim, três viaturas automóveis compostas pelos seguintes foliões: Manuel Pina, Miquita, Paula, Rui, Cristina, Fátima, Zé Sacristão, Paulo e Cila, no primeiro. Depois, no segundo : Baptista, Arminda, Tozé, Tiolinda, Tizé, Hipólito, Tio Albano, Maria Odeie e Valdemar. Finalmente, no terceiro: Zé Bigodes, Maria Alice, Senhor Guilherme, Alvarito, Dina e Célia.         
Chegados á Cabreira, antes de se dar uma volta pelo povoado, deu-se a tal mistela, que foi muito apreciada por todos os cabreirenses, chegando ao ponto de alguns pedirem «bis».
Rumou-se depois para Góis, aonde havia um baile na Associação, e ai o sucesso foi grande, a tal ponto de considerarem a caravana cadafasense como uma representação impar (de tal maneira, que uma senhora que estava no baile, exclamou muito furiosa: isto é só droga... Verdade, verdadinha, que a «droga» era outra... com sabor a morangueiro !!!
De regresso ao Cadafaz, chegados ao Largo de Santo António, foi o espanto geral, pois a entrada da povoação estava bloqueada com uma bem organizada barricada de troncos, portas velhas, bancos, carro do sr. Guilherme, silvas, etc. Autores desta inédita partida: André, Armindo do Fundo, Zé António, Amigo do Braçal, Casimiro, Albertino, Manuel Filipe, Leonel, Jorge do Fundo, etc., com uma bandeira no topo e um dístico que dizia; «Foliões, vão dar a volta pelos Caratões...».
No domingo, no salão de convívio, foi desfile de máscaras: com inúmeras de bom gosto e originalidade. Mas o primeiro prémio seria entregue a um «sargento Nunes», na verdade bem apanhado, com uma múmia erótica, um fadista que depois se transformou numa hortelã, etc., havendo até uma nota bem de assinalar: o Jorge do Fundo a dançar com a sua sogra, ambos mascarados a rigor. E depois do tio Manuel Filipe dançar com o Jarreta, ainda houve fogo de artificio na Eira, e o pipo do Brás Neves entupido com uma palhinha.    
Na segunda-feira, o clou da festa foi o Zé Bigodes, com a sua borracha de vinho doce para quem quisesse, e o ensaio do futuro Rancho do Cadafaz em sua casa.
Comparar o Carnaval do Cadafaz com o de Ovar ou de Loulé, é intuito que não temos.
Mas alegria singela e portanto genuína, isso houve no Cadafaz; e brincar sem prejudicar nem agredir parece-nos que o objectivo foi totalmente atingido; No último Carnaval reviveu-se e confraternizou-se numa grande família como são todos; os cadafazenses...
Trombudo de Serviço.

in  Jornal regional desconhecido a 04-03-1982




sexta-feira, 9 de maio de 2014

Foto tirada em Bussaco

Foto tirada em 1973 no Bussaco.
Nela estão: Carlos Martins, Adelaide Almeida, filho do Sr. João Cruz, Leonel dos Santos, Armindo Alves, Maria Amélia Lopes, Paula Pina, Tó Zé Almeida e Cristina Almeida.

Foto de Virgílio Lopes



domingo, 13 de abril de 2014

Dia de Ramos

Hoje é dia de Ramos, coloco uma foto, que deverá ter perto de 35 anos e que foi tirada no Santo António, também num dia de Ramos.

Foto de Cila Nunes

domingo, 6 de abril de 2014

O lanche

A Páscoa está quase a chegar, a foto que coloco faz-me lembrar a vista pascal em que as pessoas depois de beijar a Cruz ficam a comer o que os donos da casa colocaram na mesa, talvez terá sido tirada nessa altura.
Nela reconheço o José Alves, 2 filhas do Sr. Claudino Carneiro, Cassilda Gaspar e Amílcar Alves.

Foto de Virgílio Lopes